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Mais de 250 médicos internos participam no Curso de Urgência Algarve 2019

Mais de 250 médicos internos de todo o país participam nos dias 6, 7 e 8 de fevereiro de 2019 no Curso de Urgência do Algarve, organizado pelo Algarve Biomedical Center, em parceria com a Direção do Internato Médico do Centro Hospitalar Universitário do Algarve, com a Direção do Internato Médico de Medicina Geral e Familiar da ARS Algarve e o Departamento de Ciências Biomédicas e Medicina da Universidade do Algarve, com o objetivo de dotar os médicos e estudantes de medicina de conhecimentos específicos para dar resposta às situações mais comuns com as quais terão que lidar na prática diária nos Serviços de Urgência.

No decorrer da sessão de abertura no Grande Auditório da Universidade do Algarve, na presença do Presidente da comissão organizadora, Mourão de Carvalho, do representante do Algarve Biomedical Center, Pedro Castelo Branco, da representante do Internato Médico do CHUA, Ana Paula Fidalgo, do Diretora do serviço de pediatria do CHUA, Maria João Virtuoso, da Diretora do Mestrado Integrado em Medicina da UAlg, Isabel Palmeirim, do Diretor do Serviço de Urgência do CHUA, José Manuel Almeida, o Presidente do Conselho Diretivo da ARS Algarve, Paulo Morgado, mostrou-se bastante satisfeito pelo elevado número de participantes destacando que «250 inscritos responsabiliza a organização, mas também demonstra a qualidade deste curso, que é cada vez mais reconhecida por todos».

Na sua intervenção o Presidente da ARS Algarve aproveitou ainda momento para lembrar a importância da prevenção da violência e deixou uma mensagem e um desafio a todos: «No ano de 2018 nós tivemos 28 mulheres que foram mortas por agressores. Só em janeiro deste ano já morreram 9 mulheres. Não se esqueçam que a violência é um problema de saúde pública, mas como muitos problemas de saúde pública é previsível e evitável na maior parte dos casos. Todos nós enquanto sociedade temos um papel a desempenhar na prevenção da violência, por isso, todos os profissionais de saúde e quem trabalha nos serviços de urgência, devem estar atentos e sempre que suspeitarem sinalizem e quando detetam algo de suspeito não tenham medo de reportar a situação, isso muitas das vezes pode fazer a diferença na vida de alguém. Este problema existe e nós como profissionais de saúde também temos o dever de estar atentos para evitar estas situações»

Ao longo dos três dias do curso vão ser abordados vários módulos no âmbito da prática clinica e diária dos serviços de urgência, pretendendo-se que, de acordo com a organização, no final do curso « o médico se sinta mais preparado, melhor formado e atue com maior prontidão aumentando, com isso, a segurança e qualidade do serviço prestado ao doente».

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