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ACS financia cirurgia da epilepsia em 2009

O Alto Comissariado da Saúde (ACS) vai promover, em 2009, a cirurgia da epilepsia refractária ao tratamento médico, em quatro centros hospitalares portugueses.

 

Inserido no âmbito das suas atribuições na execução e promoção do Plano Nacional de Saúde, este programa, financiado pelo ACS, arranca no dia 1 de Janeiro de 2009 e prevê o desenvolvimento desta cirurgia especializada em quatro unidades hospitalares: Centro Hospitalar do Porto, Hospitais da Universidade de Coimbra, Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental/Hospital Egas Moniz e Centro Hospitalar Lisboa Norte/Hospital de Santa Maria.

 

A iniciativa, que nasceu de uma proposta da Liga Portuguesa contra a Epilepsia, visa impulsionar a prática da cirurgia da epilepsia no país, durante um ano. A partir de 2010, os estabelecimentos hospitalares deverão contratualizar esta actividade com as respectivas Administrações Regionais de Saúde (ARS).

 

Os protocolos de colaboração entre o ACS, as ARS e os hospitais envolvidos foram assinados esta quinta-feira, 11 de Dezembro, no Vip Grand Hotel & Spa, em Lisboa.

 

Cerca de 5% dos doentes com epilepsia correspondem a casos refractários, sendo a resposta mais adequada a cirurgia, uma prática corrente nos países desenvolvidos, associada a resultados muito eficazes e à obtenção de ganhos em saúde.

 

Em Portugal, existem cerca de 50 mil pessoas com epilepsia, o que corresponde a 2.500 candidatos a tratamento cirúrgico. Anualmente, surgem 5 mil novos casos, ou seja, 250 novos candidatos.

 

No entanto, nos últimos 10 anos, foram operados apenas cerca de 300 doentes nos centros de referência para este tipo de cirurgia, pois os custos de cada intervenção são muito elevados, ascendendo a 10 mil euros por doente.

 

Fonte: Alto Comissariado da Saúde

O Alto Comissariado da Saúde (ACS) vai promover, em 2009, a cirurgia da epilepsia refractária ao tratamento médico, em quatro centros hospitalares portugueses.

 

Inserido no âmbito das suas atribuições na execução e promoção do Plano Nacional de Saúde, este programa, financiado pelo ACS, arranca no dia 1 de Janeiro de 2009 e prevê o desenvolvimento desta cirurgia especializada em quatro unidades hospitalares: Centro Hospitalar do Porto, Hospitais da Universidade de Coimbra, Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental/Hospital Egas Moniz e Centro Hospitalar Lisboa Norte/Hospital de Santa Maria.

 

A iniciativa, que nasceu de uma proposta da Liga Portuguesa contra a Epilepsia, visa impulsionar a prática da cirurgia da epilepsia no país, durante um ano. A partir de 2010, os estabelecimentos hospitalares deverão contratualizar esta actividade com as respectivas Administrações Regionais de Saúde (ARS).

 

Os protocolos de colaboração entre o ACS, as ARS e os hospitais envolvidos foram assinados esta quinta-feira, 11 de Dezembro, no Vip Grand Hotel & Spa, em Lisboa.

 

Cerca de 5% dos doentes com epilepsia correspondem a casos refractários, sendo a resposta mais adequada a cirurgia, uma prática corrente nos países desenvolvidos, associada a resultados muito eficazes e à obtenção de ganhos em saúde.

 

Em Portugal, existem cerca de 50 mil pessoas com epilepsia, o que corresponde a 2.500 candidatos a tratamento cirúrgico. Anualmente, surgem 5 mil novos casos, ou seja, 250 novos candidatos.

 

No entanto, nos últimos 10 anos, foram operados apenas cerca de 300 doentes nos centros de referência para este tipo de cirurgia, pois os custos de cada intervenção são muito elevados, ascendendo a 10 mil euros por doente.

 

Fonte: Alto Comissariado da Saúde

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