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ARS Algarve IP realiza rastreios do VIH/Sida em toda a região para chamar a atenção para o Dia Mundial da Luta contra a Sida 2011

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A Administração Regional de Saúde do Algarve IP, através do Centro de Aconselhamento e Detecção Precoce do VIH/Sida do Departamento de Saúde Pública (CAD), promove, entre 28 de novembro e 22 de dezembro, a realização de rastreios do VIH/Sida em todos os Centros de Saúde da região, dirigidas à população algarvia, sendo estas ações de sensibilização e de esclarecimento realizadas no âmbito das comemorações do Dia Mundial de Luta Contra a SIDA, cujo lema em 2011 é «Atingir Zero: Zero novas infecções, Zero casos de discriminação e Zero mortes por SIDA», estipulado pela Organização das Nações Unidas.

 

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A Administração Regional de Saúde do Algarve IP, através do Centro de Aconselhamento e Detecção Precoce do VIH/Sida do Departamento de Saúde Pública (CAD), promove, entre 28 de novembro e 22 de dezembro, a realização de rastreios do VIH/Sida em todos os Centros de Saúde da região, dirigidas à população algarvia, sendo estas ações de sensibilização e de esclarecimento realizadas no âmbito das comemorações do Dia Mundial de Luta Contra a SIDA, cujo lema em 2011 é «Atingir Zero: Zero novas infecções, Zero casos de discriminação e Zero mortes por SIDA», estipulado pela Organização das Nações Unidas.

 

O Centro de Aconselhamento e Detecção Precoce do VIH/Sida (CAD) da ARS Algarve IP, pretende proporcionar aos utentes em todos os Centros de Saúde da região a possibilidade de fazerem um teste rápido, gratuito e anónimo de VIH/Sida, ficando desta forma esclarecidos sobre a sua situação perante a infecção do vírus da sida.

 

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No mesmo âmbito, foram realizadas intervenções dirigidas à população com as unidades móveis em parceria com a Associação para o Planeamento da Família (APF) e com o Instituto da Droga e Toxicodependência (IDT IP), sob o lema «Positivo ou Negativo? Faz o teste, tira as dúvidas», para realização do teste de detecção da infecção e para distribuição de material informativo e preservativos. Os utentes que se deslocaram às unidades móveis são recebidos por uma equipa de profissionais de saúde que, como nos Centros de Saúde, realiza estes rápidos, anónimos, gratuitos e confidenciais.

 

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Nos concelhos de Portimão, Silves e Faro, 166 pessoas realizaram o teste rápido nas unidades móveis. As duas pessoas cujo resultado foi reactivo foram encaminhadas para as consultas de referência do Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio EPE e do Hospital de Faro EPE.

imagemCalendário de Rastreios nos Centros de Saúde

 

Profissionais de Saúde da UCC Talabriga reuniram com jovens na noite tavirense

 

Foi a partir do projecto intitulado «Dias Comemorativos», que a Unidade de Cuidados na Comunidade Talabriga do Centro de Saúde de Tavira, realizou uma Campanha de Sensibilização comemorando o Dia Mundial de Luta Contra Sida. Este projecto activo na UCC Talabriga tem como Objectivo Geral o aumento/contributo da e para a Literacia em Saúde, e mudança de Comportamentos de Saúde na Comunidade. Desta forma, a UCC Talabriga pretende promover estilos de vida saudáveis através de acções e eventos pertinentes na forma de datas comemorativas conhecidas a nível nacional/mundial.

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O local escolhido para a acção realizada no passado dia 30 de Novembro, foi o Bar Meeting Room na cidade de Tavira. O principal objectivo desta campanha foi levar a prevenção aos jovens, na noite de Tavira, num contexto que é o seu ambiente natural. Esta foi a forma que a Equipa de Saúde encontrou de apelar à comunidade e principalmente aos jovens tavirenses sobre esta problemática dos tempos de hoje. Para que a divulgação da acção fosse mais abrangente, e tendo em conta os hábitos dos Jovens, foi criada uma página na rede social Facebook, com variada informação sobre esta temática.

 

Numa organização em colaboração com a Cruz Vermelha Portuguesa, Delegação de Tavira, proporcionou-se uma agradável noite, em que o tema principal foi «SIDAdania, Sê Responsável Pela Tua Saúde». A comunidade mais jovem esteve presente e participativa, interagindo com os profissionais de Saúde, e num ambiente descontraído tiveram oportunidade de esclarecer algumas dúvidas e desmistificar alguns mitos sobre a temática.

 

Realizaram-se sessões simples de esclarecimento sobre infecções sexualmente transmissíveis, nomeadamente o HIV, vias de transmissão do HIV, métodos contraceptivos, uso correcto do preservativo, conhecimento do preservativo feminino, entre outras dúvidas que foram esclarecidas.

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Foram ainda realizadas algumas orientações para Planeamento Familiar, no sentido de dar a conhecer esta consulta que existe e em quê que consiste, uma vez que muitas vezes é desconhecida ou esquecida pelos jovens. Acima de tudo, a acção foi incidida na prevenção na forma de protecção, com distribuição de folhetos informativos sobre diversos temas ligados à temática, atribuição de brindes e preservativo com o intuito de ir ao encontro dos jovens, identificar comportamentos de risco, fazer o devido encaminhamento apropriado, para assim os responsabilizar da sua própria saúde.

 

Na sequência da acção, foi divulgado informação sobre o debate que se realizará na Escola Secundária Drº Jorge Augusto Correia no dia 13 de Dezembro, em que o tema central remete-se aos «SIDAdania – Mitos e Realidades», que contará com a presença de vários convidados especialistas na temática.

 

Dia Mundial de Luta Contra a SIDA 2011

«Atingir Zero: Zero novas infecções, Zero casos de discriminação e Zero mortes por SIDA» é o tema proposto pela Organização das Nações Unidas para o Dia Mundial de Luta Contra a SIDA de 2011. Atingir esta meta significa redesenhar a resposta global à infecção e aumentar a eficiência das estratégias.

 

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São propostos dez objectivos a atingir até 2015:

– Reduzir para metade a transmissão sexual, nomeadamente entre os jovens, homossexuais e trabalhadores sexuais (causam cerca de 80% das novas infecções em todo o mundo).

– Eliminar a transmissão mãe-filho (já diminuiu cerca de 26% de 2001 a 2009) e reduzir para metade a mortalidade materna relacionada com a SIDA

– Prevenir todas as novas infecções entre os utilizadores de drogas (cerca de 3 milhões estão infectados e 13 milhões correm o risco de se infectar)

– Proporcionar o acesso universal à terapêutica

– Reduzir para metade as mortes por tuberculose em pessoas infectadas pelo VIH

– Garantir que as pessoas seropositivas e conviventes sejam incluídos nas estratégias nacionais de protecção social e tenham acesso a serviços básicos de apoio 

– Reduzir para metade o nº de países que aplicam leis e práticas punitivas respeitantes à transmissão VIH, ao comércio sexual, ao consumo de drogas e homossexualidade (em 2010, 67% dos países tinham políticas ou leis que impediam determinadas populações, nomeadamente jovens, de aceder a serviços de prevenção)

– Eliminar as restrições à entrada, estadia ou residência de pessoas infectadas, em metade dos países que as aplicam (em 2010, 49 países impunham algum tipo de restrição)

– Garantir que em pelo menos metade de todos os países se atendam às necessidades das mulheres

– Não tolerar a violência baseada em questões do género

 

No final de 2010 existiam cerca de 34 milhões de pessoas infectadas pelo VIH em todo o Mundo, 17% mais que em 2001. Isto reflecte por um lado o grande número de infecções que continuam a ocorrer, cerca de 7000/dia, e por outro o aumento do número de pessoas infectadas que tem acesso ao tratamento com a consequente diminuição do número de mortes por SIDA.

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No Algarve, atualmente, a maioria dos novos casos de infecção VIH que ocorrem são devidos à transmissão por via sexual (heterossexual e homossexual), ultrapassando a transmissão parentérica (entre consumidores de drogas injetáveis). Um grande número de casos continua a ser diagnosticado numa fase tardia da sua evolução, contribuindo para que o número de óbitos por SIDA ainda não mostre uma tendência para diminuir.

 

De acordo com as orientações da ONUSIDA, há que reforçar estratégias de intervenção nas áreas da educação, prevenção, detecção precoce da infecção, acesso e adesão à terapêutica, apoio social e no combate ao estigma e discriminação das pessoas infectadas pelo VIH.

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