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ARS Algarve IP sinaliza o Dia Mundial da Alimentação

No dia 16 de Outubro de 2010 a ARS Algarve IP junta-se às comemorações do Dia Mundial da Alimentação através de uma acção de sensibilização intitulada «Por Uma Alimentação Saudável», realizada pelo Gabinete de Nutrição do Centro de Saúde de Portimão (ACES Barlavento), que irá colaborar numa iniciativa do Mercado Municipal de Portimão, Portimão Urbis.

 

Serão avaliados dados antropométricos e prestado aconselhamento alimentar aos Munícipes no Mercado Municipal de Portimão, no dia 16 de Outubro, entre as 9:00h e as 12:00h.

 

Neste âmbito, a Coordenadora do Programa de Combate à Obesidade Infantil na região do Algarve, Dra. Teresa Sancho, deixa uma mensagem sobre o Dia Mundial da Alimentação, celebrado anualmente pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), sendo o seu tema deste ano «Unidos contra a Fome».

 

«De facto, em 2009, foi alcançado o limiar crítico de um bilião de pessoas com fome no mundo, com o contributo importante do aumento do preço dos alimentos e da crise financeira mundial. Tal situação é, segundo Jacques Diouf, Director-Geral da FAO, um «marco trágico nos tempos modernos».

 

A nível da União Europeia, 78 milhões de pessoas na vivem em risco de pobreza, 19 milhões das quais são crianças. Em Portugal, segundo o EUROSTAT-2010, 18% da população encontra-se em risco de pobreza. Ao longo dos últimos anos, os valores numéricos evidenciam bem o aumento crescente da insegurança alimentar:

 

  • Em 2003, 8,1% das famílias portuguesas referiu alterações no consumo de algum alimento considerado essencial (ex.: leite, fruta, hortícolas, peixe, carne, arroz, batata, massa), devido a dificuldades económicas para a sua aquisição, enquanto esse valor em 2006 quase duplicou (INSA);

 

  • Em 2009, mais de 260.000 portugueses foram assistidos pelo Banco Alimentar;

 

  • Em 2009, o Banco Alimentar apoiou cerca de 1700 instituições.

 

  • Contudo, no que respeita a economia doméstica, há uma série de cuidados que se podem atender, de forma a reduzir os gastos supérfluos, optimizando o rendimento familiar destinado aos bens alimentares.

 

O Gabinete de Nutrição da Administração Regional de Saúde do Algarve, IP, sem prejuízo do equilíbrio e da diversidade alimentar que uma alimentação saudável exige, aconselha:

 

  • Planear as refeições e listar os ingredientes necessários para cada uma, atendendo ao número de elementos na família;

 

  • Elaborar previamente a lista de alimentos a comprar, considerando a planificação das refeições para um determinado período de tempo;

 

  • Comprar os alimentos sem sentir fome, sempre após uma refeição;

 

  • Consultar os rótulos das embalagens, tendo atenção especial à relação preço/ quantidade de produto (nem sempre as embalagens maiores correspondem ao menor custo);

 

  • Preferir os frutos e os hortícolas da época;

 

  • Optar pela carne mais barata (aves e porco) consumindo pouca quantidade, conforme sugere a Roda dos Alimentos;

 

  • Preferir peixe congelado a peixe fresco;

 

  • Incluir as leguminosas (feijão, soja, grão, lentilhas, ervilhas, favas) na preparação das refeições, substituindo ou complementando a carne ou o peixe, dado o seu elevado teor em proteína;

 

  • Alternar carne e o peixe com ovos, fornecedores proteicos de elevada qualidade;

 

  • Evitar os alimentos processados, ricos em gordura, sal ou açúcar;

 

  • Iniciar o almoço e o jantar com sopa, de forma a gerir melhor o apetite para o 2.º prato;

 

  • Eleger a água como bebida para acompanhar as refeições;

 

  • Substituir os refrigerantes por limonadas ou infusões de ervas preparadas em casa;

 

  • Preferir demolhar as leguminosas secas, em vez de as comprar sob a forma de embalagem enlatada ou frasco de vidro;

 

  • Preferir alimentos horto frutícolas da época;

 

  • Observar atentamente o rótulo dos produtos alimentares de «marca branca», os quais podem ser uma boa alternativa aos seus equivalentes de outras marcas;

 

  • Levar alimentos de casa para as merendas da manhã e da tarde;

 

  • Preparar a refeição do almoço em casa, aquecendo no local de trabalho, ou usando mala térmica.

 

  • Estruturar a compra dos alimentos com a menor frequência possível.

 

Finalmente, resta-nos salientar que a poupança também pode passar por ir às compras a pé, sempre que possível. A promoção da saúde, sustentada em cuidados alimentares e prática regular de actividade física, contribui certamente para evitar, também, as despesas em saúde.»

 

 

No dia 16 de Outubro de 2010 a ARS Algarve IP junta-se às comemorações do Dia Mundial da Alimentação através de uma acção de sensibilização intitulada «Por Uma Alimentação Saudável», realizada pelo Gabinete de Nutrição do Centro de Saúde de Portimão (ACES Barlavento), que irá colaborar numa iniciativa do Mercado Municipal de Portimão, Portimão Urbis.

 

Serão avaliados dados antropométricos e prestado aconselhamento alimentar aos Munícipes no Mercado Municipal de Portimão, no dia 16 de Outubro, entre as 9:00h e as 12:00h.

 

Neste âmbito, a Coordenadora do Programa de Combate à Obesidade Infantil na região do Algarve, Dra. Teresa Sancho, deixa uma mensagem sobre o Dia Mundial da Alimentação, celebrado anualmente pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), sendo o seu tema deste ano «Unidos contra a Fome».

 

«De facto, em 2009, foi alcançado o limiar crítico de um bilião de pessoas com fome no mundo, com o contributo importante do aumento do preço dos alimentos e da crise financeira mundial. Tal situação é, segundo Jacques Diouf, Director-Geral da FAO, um «marco trágico nos tempos modernos».

 

A nível da União Europeia, 78 milhões de pessoas na vivem em risco de pobreza, 19 milhões das quais são crianças. Em Portugal, segundo o EUROSTAT-2010, 18% da população encontra-se em risco de pobreza. Ao longo dos últimos anos, os valores numéricos evidenciam bem o aumento crescente da insegurança alimentar:

 

  • Em 2003, 8,1% das famílias portuguesas referiu alterações no consumo de algum alimento considerado essencial (ex.: leite, fruta, hortícolas, peixe, carne, arroz, batata, massa), devido a dificuldades económicas para a sua aquisição, enquanto esse valor em 2006 quase duplicou (INSA);

 

  • Em 2009, mais de 260.000 portugueses foram assistidos pelo Banco Alimentar;

 

  • Em 2009, o Banco Alimentar apoiou cerca de 1700 instituições.

 

  • Contudo, no que respeita a economia doméstica, há uma série de cuidados que se podem atender, de forma a reduzir os gastos supérfluos, optimizando o rendimento familiar destinado aos bens alimentares.

 

O Gabinete de Nutrição da Administração Regional de Saúde do Algarve, IP, sem prejuízo do equilíbrio e da diversidade alimentar que uma alimentação saudável exige, aconselha:

 

  • Planear as refeições e listar os ingredientes necessários para cada uma, atendendo ao número de elementos na família;

 

  • Elaborar previamente a lista de alimentos a comprar, considerando a planificação das refeições para um determinado período de tempo;

 

  • Comprar os alimentos sem sentir fome, sempre após uma refeição;

 

  • Consultar os rótulos das embalagens, tendo atenção especial à relação preço/ quantidade de produto (nem sempre as embalagens maiores correspondem ao menor custo);

 

  • Preferir os frutos e os hortícolas da época;

 

  • Optar pela carne mais barata (aves e porco) consumindo pouca quantidade, conforme sugere a Roda dos Alimentos;

 

  • Preferir peixe congelado a peixe fresco;

 

  • Incluir as leguminosas (feijão, soja, grão, lentilhas, ervilhas, favas) na preparação das refeições, substituindo ou complementando a carne ou o peixe, dado o seu elevado teor em proteína;

 

  • Alternar carne e o peixe com ovos, fornecedores proteicos de elevada qualidade;

 

  • Evitar os alimentos processados, ricos em gordura, sal ou açúcar;

 

  • Iniciar o almoço e o jantar com sopa, de forma a gerir melhor o apetite para o 2.º prato;

 

  • Eleger a água como bebida para acompanhar as refeições;

 

  • Substituir os refrigerantes por limonadas ou infusões de ervas preparadas em casa;

 

  • Preferir demolhar as leguminosas secas, em vez de as comprar sob a forma de embalagem enlatada ou frasco de vidro;

 

  • Preferir alimentos horto frutícolas da época;

 

  • Observar atentamente o rótulo dos produtos alimentares de «marca branca», os quais podem ser uma boa alternativa aos seus equivalentes de outras marcas;

 

  • Levar alimentos de casa para as merendas da manhã e da tarde;

 

  • Preparar a refeição do almoço em casa, aquecendo no local de trabalho, ou usando mala térmica.

 

  • Estruturar a compra dos alimentos com a menor frequência possível.

 

Finalmente, resta-nos salientar que a poupança também pode passar por ir às compras a pé, sempre que possível. A promoção da saúde, sustentada em cuidados alimentares e prática regular de actividade física, contribui certamente para evitar, também, as despesas em saúde.»

 

 

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