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Boas práticas no ACES Central do Algarve em destaque no âmbito da Campanha Nacional de Higiene das Mãos

No recém-publicado relatório sobre a Campanha Nacional de Higiene das Mãos («Medidas simples salvam vidas»), promovida pela Direção-Geral da Saúde (DGS) a nível nacional em hospitais e também em Centros de Saúde, com o intuito de melhorar a prática da higiene das mãos entre os profissionais de saúde e diminuir as infeções associadas aos cuidados de saúde, contribuindo para o controlo das resistências dos microrganismos aos antimicrobianos, é destacada a boa adesão nas unidades de Saúde de Faro e de Olhão (ACES Central) a um projeto-piloto desenvolvido em 2010 nesta área.

 

Inserida na estratégia multimodal «Clean Care is Safer Care» da Organização Mundial da Saúde, que visa promover a prática da higiene das mãos de forma padronizada e abrangente, tendo como meta o aumento da adesão dos profissionais de saúde à higiene das mãos consequente diminuição das Infecções Associadas aos Cuidados de Saúde (IACS), a Campanha Nacional de Higiene das Mãos tem vindo a manter «uma boa adesão», segundo o relatório de 2010-2011 da DGS.

 

Tendo decorrido em 2010 um estudo piloto nos Cuidados de Saúde Primários no Agrupamento de Centros de Saúde Central (Unidades de Faro e Olhão) e no Agrupamento de Centros de Lisboa e Vale do Tejo (ACES de Cascais, com a Unidade de Alcabideche e a Unidade de S. Domingos de Rana), envolvendo os Grupos Coordenadores Regionais de Controlo de Infeção, para avaliar a taxa de adesão dos profissionais de saúde à higiene das mãos, e tentar «adaptar a estratégia multimodal da Campanha Nacional de Higiene das Mãos, incluindo a etapa de avaliação por observação da adesão às práticas de higiene das mãos neste nível de cuidados», o relatório conclui que na ARS Algarve «cumpriram-se todas as etapas» desde reuniões para a preparação do estudo, distribuição de material informativo e formação, até observação de procedimentos e registo de resultados.

 

Os resultados globais da taxa de adesão às práticas de higiene das mãos nas quatro unidades demonstram «uma taxa de adesão de 79,6%», sublinhando o relatório que «o grupo com mais oportunidades observadas foi o grupo dos enfermeiros, com 1586 oportunidades, seguido do grupo dos médicos com 238 oportunidades, seguido do grupo dos assistentes operacionais, com 120 oportunidades e, por último, no grupo “outros” com apenas 39 oportunidades observadas.»

 

Após análise dos resultados, as autoras constataram que nos ACES verificou-se «uma taxa de adesão muito superior à média global nacional da primeira avaliação de 2009 nos hospitais». O relatório refere ainda os momentos com maior adesão «depois do contacto com o doente» com 88,34%, «depois de risco de exposição a sangue e fluidos orgânicos» com 87,39%, a seguir o momento «antes do doente» com 76,18% seguido do momento «antes de procedimentos limpos ou assépticos» com 73,91% e, por último, o momento «depois do ambiente envolvente do doente» com 55,42%.

 

Relativamente ao estudo piloto a nível dos Cuidados de Saúde Primários, o relatório realça a «importância» da campanha a este nível de cuidados, que contribui para aumentar «a visibilidade do controlo de infeção e a transmissão de conhecimentos através da formação padronizada na prevenção nesta área».

 

De salientar que no ano de 2011para além do ACES Central, o ACES do Barlavento e ACES do Sotavento aderiram à estratégia. No total os três ACES têm neste momento 15 unidades inseridas na Campanha Nacional de Higiene das Mãos, 14 elementos responsáveis pela formação e observação das práticas.

Neste momento, nalgumas unidades já se estão a fazer as auditorias à prática de higiene das mãos, após a formação padronizada de todos os profissionais.

imagemCampanha Nacional de Higiene das Mãos: Relatório de Atividades de 2010

No recém-publicado relatório sobre a Campanha Nacional de Higiene das Mãos («Medidas simples salvam vidas»), promovida pela Direção-Geral da Saúde (DGS) a nível nacional em hospitais e também em Centros de Saúde, com o intuito de melhorar a prática da higiene das mãos entre os profissionais de saúde e diminuir as infeções associadas aos cuidados de saúde, contribuindo para o controlo das resistências dos microrganismos aos antimicrobianos, é destacada a boa adesão nas unidades de Saúde de Faro e de Olhão (ACES Central) a um projeto-piloto desenvolvido em 2010 nesta área.

 

Inserida na estratégia multimodal «Clean Care is Safer Care» da Organização Mundial da Saúde, que visa promover a prática da higiene das mãos de forma padronizada e abrangente, tendo como meta o aumento da adesão dos profissionais de saúde à higiene das mãos consequente diminuição das Infecções Associadas aos Cuidados de Saúde (IACS), a Campanha Nacional de Higiene das Mãos tem vindo a manter «uma boa adesão», segundo o relatório de 2010-2011 da DGS.

 

Tendo decorrido em 2010 um estudo piloto nos Cuidados de Saúde Primários no Agrupamento de Centros de Saúde Central (Unidades de Faro e Olhão) e no Agrupamento de Centros de Lisboa e Vale do Tejo (ACES de Cascais, com a Unidade de Alcabideche e a Unidade de S. Domingos de Rana), envolvendo os Grupos Coordenadores Regionais de Controlo de Infeção, para avaliar a taxa de adesão dos profissionais de saúde à higiene das mãos, e tentar «adaptar a estratégia multimodal da Campanha Nacional de Higiene das Mãos, incluindo a etapa de avaliação por observação da adesão às práticas de higiene das mãos neste nível de cuidados», o relatório conclui que na ARS Algarve «cumpriram-se todas as etapas» desde reuniões para a preparação do estudo, distribuição de material informativo e formação, até observação de procedimentos e registo de resultados.

 

Os resultados globais da taxa de adesão às práticas de higiene das mãos nas quatro unidades demonstram «uma taxa de adesão de 79,6%», sublinhando o relatório que «o grupo com mais oportunidades observadas foi o grupo dos enfermeiros, com 1586 oportunidades, seguido do grupo dos médicos com 238 oportunidades, seguido do grupo dos assistentes operacionais, com 120 oportunidades e, por último, no grupo “outros” com apenas 39 oportunidades observadas.»

 

Após análise dos resultados, as autoras constataram que nos ACES verificou-se «uma taxa de adesão muito superior à média global nacional da primeira avaliação de 2009 nos hospitais». O relatório refere ainda os momentos com maior adesão «depois do contacto com o doente» com 88,34%, «depois de risco de exposição a sangue e fluidos orgânicos» com 87,39%, a seguir o momento «antes do doente» com 76,18% seguido do momento «antes de procedimentos limpos ou assépticos» com 73,91% e, por último, o momento «depois do ambiente envolvente do doente» com 55,42%.

 

Relativamente ao estudo piloto a nível dos Cuidados de Saúde Primários, o relatório realça a «importância» da campanha a este nível de cuidados, que contribui para aumentar «a visibilidade do controlo de infeção e a transmissão de conhecimentos através da formação padronizada na prevenção nesta área».

 

De salientar que no ano de 2011para além do ACES Central, o ACES do Barlavento e ACES do Sotavento aderiram à estratégia. No total os três ACES têm neste momento 15 unidades inseridas na Campanha Nacional de Higiene das Mãos, 14 elementos responsáveis pela formação e observação das práticas.

Neste momento, nalgumas unidades já se estão a fazer as auditorias à prática de higiene das mãos, após a formação padronizada de todos os profissionais.

imagemCampanha Nacional de Higiene das Mãos: Relatório de Atividades de 2010

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