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Cerimónia de lançamento do concurso público para o Hospital Central do Algarve

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O Primeiro-Ministro, Eng. José Sócrates, e a Ministra da Saúde, Dra Ana Jorge, presidiram este sábado, 3 de Maio, à cerimónia de lançamento do concurso público da parceria público-privada do novo Hospital Central do Algarve, que decorreu nos terrenos da futura unidade hospitalar, entre Faro e Loulé, no Parque das Cidades.

 

 

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O Primeiro-Ministro, Eng. José Sócrates, e a Ministra da Saúde, Dra Ana Jorge, presidiram este sábado, 3 de Maio, à cerimónia de lançamento do concurso público da parceria público-privada do novo Hospital Central do Algarve, que decorreu nos terrenos da futura unidade hospitalar, entre Faro e Loulé, no Parque das Cidades.

 

 

 

Indo ao encontro de uma antiga aspiração do Algarve o XVII Governo Constitucional concretiza a construção de uma Unidade de referência para toda a região, o Hospital Central do Algarve representa um acréscimo significativo na qualidade dos cuidados de saúde disponíveis para a população, com novas especialidades e uma maior proporção de primeiras consultas.

O desenvolvimento dos cuidados em ambulatório, que favorecem uma mais rápida recuperação dos doentes, é uma aposta da nova unidade, acompanhando as melhores práticas internacionais e a evolução tecnológica na Saúde.

A abertura das propostas está prevista para o final do ano, o lançamento da obra está agendado para 2009 estando prevista a conclusão durante o ano de 2012, sendo que com a instalação de equipamento e mudança de doentes do actual hospital de Faro para a nova unidade esta entrará em pleno funcionamento em 2013.

O hospital servirá cerca de meio milhão de pessoas, terá uma lotação de 574 camas, nove salas operatórias, 86 gabinetes para consulta externa e 91 postos de hospital de dia.

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O Hospital Central do Algarve vai oferecer algumas especialidades que nesta altura não existem no Hospital de Faro, como Cirurgia Vascular, Pediátrica, Endocrinologia e Nutrição, Genética Médica, Medicina Nuclear, Neuroradiologia e Radioterapia.

Com a construção deste novo hospital as instalações do Hospital de Faro vão passar a acolher cuidados de saúde primários e continuados, com a instalação de uma Unidade de Saúde Familiar, uma de Cuidados Continuados e um projecto de Residência Assistida para Idosos.

O novo hospital representa um investimento total directo de 250 milhões de euros, sendo o custo público comparado – valor do investimento que o hospital representa para o Estado –, de 267 milhões de euros, ao longo da concessão.

A parceria público-privada que estabelece a criação do hospital baseia-se num contrato para a construção, equipamento e manutenção do edifício hospitalar por trinta anos mais dez anos para fornecimento e gestão de serviços de apoio.

Para o novo Hospital Central do Algarve estão ainda previstas actividades de ensino universitário e de investigação, bem como garantir a diferenciação do atendimento pediátrico face ao restante atendimento no hospital.

 

A área de influência total do novo Hospital Central do Algarve abrange toda a Região que, nos períodos de maior afluência turística atinge uma população de cerca de 800 mil habitantes.

Sendo que, a área de influência de primeira linha é constituída pela população residente e pela população presente (ou não residente), no conjunto de nove concelhos pertencentes ao distrito de Faro (Faro, Loulé, Albufeira, São Brás de Alportel, Olhão, Tavira, Alcoutim, Castro Marim e Vila Real de Santo António), a qual ascendeu, em 2006, a um total de 266.894 habitantes, relativos à população residente, e de 248.223 habitantes, referentes à população não residente, nos picos máximos de sazonalidade.

Já a área de influência de segunda linha abrange os restantes sete concelhos do distrito de Faro (Silves, Lagoa, Portimão, Monchique, Lagos, Aljezur e Vila do Bispo), que registaram, no ano de 2006, cerca de 150.893 habitantes, correspondentes à população residente, e 125.654 habitantes, referentes à população não residente.

Recorde-se que, em Setembro de 2005 o Ministério da Saúde escolheu uma equipa de consultores da Escola de Gestão do Porto para realizar um estudo de avaliação de prioridades de investimento com o objectivo de apoiar o processo de decisão, ao nível político, quanto à sequência estratégica de implementação dos hospitais inseridos na 2.ª vaga do programa de parcerias público-privadas para o sector hospitalar.

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Em 31 de Maio de 2006 o Ministro da Saúde, António Correia de Campos, aprovou as prioridades de investimento propostas pela equipa consultora, que hierarquizou em segundo lugar o novo Hospital Central do Algarve, no conjunto de Hospitais estudados: Hospital de Todos os Santos, Lisboa; Hospital do Seixal; Hospital de Évora; Hospital de Vila Nova de Gaia e Hospital da Póvoa do Varzim/Vila do Conde.

 

Em 18 Julho de 2006, o Ministro da Saúde, António Correia de Campos, nomeia o Grupo de Trabalho para definir o perfil assistencial, área de influência e a dimensão do novo Hospital Central e propor a utilização das actuais instalações do Hospital de Faro para outros fins de saúde.

 

Em 22 de Novembro de 2006, o Ministro da Saúde, António Correia de Campos, nomeia o Grupo de Trabalho para a elaboração do Programa Funcional do novo Hospital Central do Algarve e define que a Parceria Público-Privada deverá assumir o modelo de parceria de tipo infra-estrutural, com a gestão da futura unidade a ser assegurada por uma entidade pública empresarial.

 

Em 29 de Julho de 2007, o Ministro da Saúde, António Correia de Campos, aprova o perfil assistencial e o dimensionamento do novo Hospital Central do Algarve, apresentado no mesmo dia publicamente na presença do Primeiro-ministro e Ministro da Saúde na Escola Superior de Saúde.

Em 14 de Fevereiro de 2008, a Ministra da Saúde, Ana Maria Jorge, aprova o Programa Funcional do novo Hospital Central do Algarve.

Filme da apresentação do novo Hospital:

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