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Doação de sangue que salva vidas no Algarve

A Associação de Dadores de Sangue do Barlavento do Algarve (ADSBA) realiza desde 1989 um trabalho de sensibilização junto da população algarvia sobre a importância de dar sangue.

 

A Associação de Dadores de Sangue do Barlavento do Algarve acaba de celebrar o seu 18º aniversário, podendo orgulhar-se ao longo das duas décadas da sua existência de ter colaborado para salvar vidas na região, conseguindo realizar mais de vinte colheitas de sangue  por ano graças a uma equipa incansável de voluntários  e à generosidade de milhares de dadores nacionais e estrangeiros.

Na sede da ADSBA na Avenida 25 de Abril em Portimão, num sítio «de eleição» como o seu Presidente, Mário de Freitas, lhe chama, e «por onde toda a gente passa», a associação desenvolve as suas actividades desde 2003, altura em que lhes foram cedidas as instalações pela ARS Algarve e puderam mudar-se da sala de formação do Hospital da Misericórdia de Portimão.

Actualmente com cerca de 4.000 sócios, desenvolve o seu trabalho «essencialmente» no Barlavento, no Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio e em variadíssimos sítios, empresas e escolas, em colaboração com o Instituto Português de Sangue.

A ADSBA sai «o mais possível» ao encontro do público-alvo entre os 18 e 65 anos, não conseguindo no entanto abranger a região algarvia no seu todo, é a única associação do seu género no Algarve lamenta o presidente «porque é uma área geográfica extensa para uma só associação. Temos um núcleo em Albufeira que faz duas colheitas por ano e temos muitos estrangeiros a participar. Mas há um potencial de dadores perdido no Sotavento», lamenta Mário de Freitas.

O edifício da ADSBA está decorado com imagens e placards chamativos que demonstram bem o seu grande esforço para destacar a importância das dádivas de sangue que é conseguido com muita «teimosia» por parte dos dirigentes da associação e dos voluntários, mesmo confrontando-se com obstáculos e dificuldades logísticos em vários níveis.

O ambicioso calendário para o ano de 2008, prevê 28 colheitas na região, explica Mário de Freitas que «não é fácil» realizar este trabalho mesmo com a carrinha do IPS que vem de Lisboa com uma equipa de seis pessoas «cada vez que se faz um trabalho fora de Portimão», estando a Associação a trabalhar, no primeiro Domingo de cada mês, no CHBA – Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio.

Noutra vertente têm uma parceria com o IPS – Instituto Português do Sangue e com o CRSL – Centro Regional de Sangue de Lisboa. «Tentamos sempre que nos é solicitado fazer acções», realça.

Em 2007 a ADSBA conseguiu 2.961 dádivas em 25 colheitas. Apesar do esforço da associação, o número de novos dadores tem vindo a diminuir. Mário de Freitas apela a uma ainda maior solidariedade e «acto de cidadania» da população para com os outros para que estes recursos que salvam vidas possam crescer.

Consultar PDF: Colheitas ADSBA 2008

A Associação de Dadores de Sangue do Barlavento do Algarve (ADSBA) realiza desde 1989 um trabalho de sensibilização junto da população algarvia sobre a importância de dar sangue.

 

A Associação de Dadores de Sangue do Barlavento do Algarve acaba de celebrar o seu 18º aniversário, podendo orgulhar-se ao longo das duas décadas da sua existência de ter colaborado para salvar vidas na região, conseguindo realizar mais de vinte colheitas de sangue  por ano graças a uma equipa incansável de voluntários  e à generosidade de milhares de dadores nacionais e estrangeiros.

Na sede da ADSBA na Avenida 25 de Abril em Portimão, num sítio «de eleição» como o seu Presidente, Mário de Freitas, lhe chama, e «por onde toda a gente passa», a associação desenvolve as suas actividades desde 2003, altura em que lhes foram cedidas as instalações pela ARS Algarve e puderam mudar-se da sala de formação do Hospital da Misericórdia de Portimão.

Actualmente com cerca de 4.000 sócios, desenvolve o seu trabalho «essencialmente» no Barlavento, no Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio e em variadíssimos sítios, empresas e escolas, em colaboração com o Instituto Português de Sangue.

A ADSBA sai «o mais possível» ao encontro do público-alvo entre os 18 e 65 anos, não conseguindo no entanto abranger a região algarvia no seu todo, é a única associação do seu género no Algarve lamenta o presidente «porque é uma área geográfica extensa para uma só associação. Temos um núcleo em Albufeira que faz duas colheitas por ano e temos muitos estrangeiros a participar. Mas há um potencial de dadores perdido no Sotavento», lamenta Mário de Freitas.

O edifício da ADSBA está decorado com imagens e placards chamativos que demonstram bem o seu grande esforço para destacar a importância das dádivas de sangue que é conseguido com muita «teimosia» por parte dos dirigentes da associação e dos voluntários, mesmo confrontando-se com obstáculos e dificuldades logísticos em vários níveis.

O ambicioso calendário para o ano de 2008, prevê 28 colheitas na região, explica Mário de Freitas que «não é fácil» realizar este trabalho mesmo com a carrinha do IPS que vem de Lisboa com uma equipa de seis pessoas «cada vez que se faz um trabalho fora de Portimão», estando a Associação a trabalhar, no primeiro Domingo de cada mês, no CHBA – Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio.

Noutra vertente têm uma parceria com o IPS – Instituto Português do Sangue e com o CRSL – Centro Regional de Sangue de Lisboa. «Tentamos sempre que nos é solicitado fazer acções», realça.

Em 2007 a ADSBA conseguiu 2.961 dádivas em 25 colheitas. Apesar do esforço da associação, o número de novos dadores tem vindo a diminuir. Mário de Freitas apela a uma ainda maior solidariedade e «acto de cidadania» da população para com os outros para que estes recursos que salvam vidas possam crescer.

Consultar PDF: Colheitas ADSBA 2008

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