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Estudo comprova desigualdades na saúde de jovens nos países industrializados

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Realizado em mais de 40 países, o estudo divulgado pela Organização Mundial da Saúde demonstra uma forte ligação entre a saúde dos jovens e a situação socio-económica familiar deles.

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Realizado em mais de 40 países, o estudo divulgado pela Organização Mundial da Saúde demonstra uma forte ligação entre a saúde dos jovens e a situação socio-económica familiar deles.

 O estudo internacional que, segundo informação da OMS Europa, demonstra a «maior evidência até à data» entre o estilo de vida dos jovens e o seu contexto social, baseia-se em entrevistas, realizadas em 2005/2006, com 204 000 jovens em idade escolar (11, 13 e 15 anos) na Europa e na América do Norte.

 

Este relatório, «Health Behaviour in Shool-aged Children», aponta para uma clara diferença entre rapazes e raparigas na preocupação em relação à saúde.

 

Enquanto os rapazes continuam a ter comportamentos de maior risco em geral, os padrões de fumar dos dois sexos sustenta o argumento que alguma aproximação entre os dois grupos está a acontecer. Apesar de um consumo cada vez maior de alimentos saudáveis e níveis mais baixos de obesidade, as raparigas fazem mais frequentemente dieta e estão menos contentes com a sua imagem corporal.

 

Os rapazes do norte da Europa demonstram mais saudáveis. E enquanto os jovens da Europa Ocidental e os rapazes do Norte da Europa têm menos relacionamento com as suas famílias, estes mesmos jovens relatam um maior relacionamento com pessoas da mesma idade do que os jovens na Europa de Leste ou Sul.

 

Observam-se ainda grandes mudanças de comportamentos de risco, de influências sociais e de que forma é influenciada a saúde ao longo do crescimento e do desenvolvimento das crianças. Tendo as crianças mais novas demonstrado uma grande variedade de comportamentos saudáveis, este empenho diminui com a entrada na adolescência.

 

A estreita relação entre a vida familiar, uma saúde positiva e comportamentos que promovem a boa saúde, confirma anteriores resultados da HBSC relacionados com o consumo diário de fruta, o consumo de refrigerantes, a lavagem dos dentes e a actividade física.

 

O estudo «Health Behaviour in Shool-aged Children» mostra ainda dados comparativos e detalhados sobre comportamentos saudáveis, comportamentos de risco num contexto social, consumo de tabaco e cannabis, saúde sexual, actividade física, hábitos alimentares, excesso de peso, saúde oral, bullying, e relacionamento com pais e outros jovens.

 

Os estudos HBSC são realizados por uma equipa internacional desde 1983 em colaboração com a divisão regional europeia da OMS e reúnem informação cujos resultados são utilizados por profissionais de saúde, especialistas em sistemas educativos, representantes de grupos de jovens e peritos de comunicação para informar sobre boas práticas, identificar prioridades e definir estrategias para reduzir desigualdades de saúde.

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