Apoio Psicológico a utentes e profissionais covid -19
banner_receitas poéticas
folheto_rastreio_retinopatia_BANNER2
banners_site2017_mamografia3
banner_verao&saude_sns
banner_vacinacao_covid
covid_regras_2
banner_GABINETESAUDEMENTAL_covid19_3
banner_obrigado_covid19
previous arrow
next arrow

Fórum «Vias Verdes EAM e AVC: O presente e o futuro»

imagem

Um ano após a implementação das Vias Verdes do EAM e do AVC, o balanço é bastante positivo, uma vez que contribuíram para diminuir a mortalidade relacionada com a doença isquémica cardíaca, que engloba o enfarte do miocárdio, de acordo com os dados apresentados a 30 de Setembro no Fórum «Vias Verdes EAM e AVC: O Presente e o Futuro», organizado pela Coordenação para as Doenças Cardiovasculares no auditório do Infarmed em Lisboa.

 

imagem

Um ano após a implementação das Vias Verdes do EAM e do AVC, o balanço é bastante positivo, uma vez que contribuíram para diminuir a mortalidade relacionada com a doença isquémica cardíaca, que engloba o enfarte do miocárdio, de acordo com os dados apresentados a 30 de Setembro no Fórum «Vias Verdes EAM e AVC: O Presente e o Futuro», organizado pela Coordenação para as Doenças Cardiovasculares no auditório do Infarmed em Lisboa.

 

 

O Fórum visou debater o processo evolutivo do funcionamento das Vias Verdes do Enfarte Agudo do Miocárdio (EAM) e do Acidente Vascular Cerebral (AVC), numa altura em que já foram dados passos significativos na implementação destes Projectos, bem como avaliar alguns resultados operacionais.

 

Por outro lado, a presença de especialistas internacionais permitiu trocar experiências e conhecer a realidade de outros países europeus onde funcionam sistemas organizados na área do atendimento pré-hospitalar a doentes coronários e com AVC, como é o caso redes da Galiza, Região de Murcia e Viena.

 

No decorrer do Fórum, o Presidente do Conselho Directivo da ARS Algarve, IP, Dr. Rui Lourenço, apresentou os dados relativos à implementação das Vias Verdes na Região do Algarve, traçando o balanço das iniciativas e investimentos realizados neste âmbito.

 

Recorde-se que o processo de implementação das Vias Verdes iniciou-se em Agosto de 2007 na Região do Algarve, sendo progressivamente alargado às várias Regiões do País.

 

O balanço da actividade da Via Verde do EAM na Região do Algarve teve um impacto muito significativo na redução da demora dos tempos de diagnóstico e tratamento dos doentes com EAM.

 

Em 2007, 142 (27%) dos 525 doentes internados por síndrome coronário agudo foram admitidos por via verde, contra 16% em 2006. A região do Algarve é a única do país com estas taxas elevadas.

 

No que se refere ao Enfarte Agudo do Miocárdio com supra desnivelamento de ST, o tipo de enfarte que exige intervenção mais rápida, 47% dos doentes foram admitidos por Via Verde.

 

Ao longo dos últimos anos o número de doentes tratados com a terapêutica de eleição, a angiografia coronária de intervenção foi aumentando, atingido em 2007 o valor de 75% nos 270 doentes internados com Enfarte Agudo do Miocárdio com supra desnivelamento de ST.

 

Em conclusão, a avaliação realizada após a implementação da Via Verde do Enfarte Agudo Miocárdio no Algarve, demonstram por um lado ganhos significativos no tratamento dos doentes e nos tempos de demora pré-hospitalar, permitindo o crescimento de doentes tratados com terapêutica de reperfusão num número significativamente maior de doentes com Enfarte Agudo do Miocárdio com supra desnivelamento do ST.

 

 

No que diz respeito aos dados preliminares a nível nacional, de acordo com declarações do Coordenador Nacional para as Doenças Cardiovasculares, Dr. Rui Ferreira, ao Diário de Notícias, de 30 de Setembro, em apenas dois anos, a mortalidade por doença isquémica cardíaca nas unidades passou de 6,8% para 4,8%, o que significa que a já foram atingidos os objectivos preconizados para 2010, que eram os 5%. Realçando os dados relativos ao enfarte agudo do miocárdio, cuja letalidade caiu de 12,19% para 10,03% em dois anos. São mais de 200 mortes evitadas em território nacional.

 

No mesmo artigo, o Coordenador Nacional para as Doenças Cardiovasculares, explica que o processo não é simétrico em todo o País, nem em resultados, nem em dados disponíveis, sublinhando que «os ganhos mais significativos são no Algarve. Desde o Verão de 2007 até Maio de 2008 passou-se de uma mortalidade de 10% para 6%».

 

 

Consultar:

 

imagemBalanço das iniciativas e investimentos realizados – apresentação «Fórum Vias Verdes do EAM e AVC: o Presente e o Futuro», 30 de Setembro de 2008 –  Presidente da ARS Algarve, IP, Dr. Rui Lourenço; Coordenador Regional das Doenças Cardiovasculares, Dr. Veloso Gomes

 

Intervenção da Ministra da Saúde no fórum “Vias Verdes EAM e AVC: O Presente e o Futuro”, Infarmed, Lisboa – 30.09.2008

imagem
Voltar
RSE - Area Cidadão