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Grupo de Trabalho da Violência ao Longo do Ciclo de Vida da ARS Algarve IP dinamiza ações de sensibilização sobre «Namoro Imperfeito» nas escolas secundárias em Faro

No dia 25 de Novembro, o Grupo de Trabalho da Violência ao Longo do Ciclo de Vida da ARS Algarve IP realiza ações de sensibilização sobre a temática da Violência no Namoro, intituladas «Namoro Imperfeito», nas Escolas Secundárias do Concelho de Faro. As ações decorrerão no âmbito da comemoração do Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres, em colaboração com a Equipa de Saúde Escolar da Unidade de Cuidados na Comunidade de Faro do ACES Central.

 iamgem

O público-alvo são alunos do 10º e 11º anos e de Cursos Profissionais, abrangendo a faixa etária entre os 15 e os 19 anos de idade. Encontram-se agendadas três ações com a duração de 90 minutos cada, nos seguintes locais:

 

Escola Secundária Tomás Cabreira (10h15 às 11h45)

 

Escola Secundária João de Deus (11h55 às 13h25)

 

Escola Secundária Pinheiro e Rosa (15h15 às 16h45)

 

Os objectivos das sessões são sensibilizar os alunos e os professores sobre a violência nas relações de intimidade, promover relações saudáveis, promover a igualdade de género e divulgar o trabalho do Grupo de Trabalho da Violência ao Longo do Ciclo da ARS Algarve IP.

 

A violência nas relações no namoro é um tema que, embora não sendo recente, tem vindo a merecer atenção na comunidade científica, pois atualmente sabe-se que é um importante indicador para a violência conjugal. Salientam-se alguns dados preocupantes:

 

Segundo os dados da Comissão para Igualdade de Género (CIG): 

  • Cerca de 25 a 35 % jovens interpretam a violência como uma manifestação de amor;
  • 25,4% dos jovens com idades compreendidas entre os 13 e os 29 anos revelaram ter sido vitimas de pelo menos um ato violento no último ano;
  • 33% das raparigas não consideram que numa relação de namoro exista abuso sexual.

Segundo o estudo de Machado, Matos e Martins da Universidade do Minho (2009):

  • Cerca de 21,7% dos estudantes admitem já ter adoptado comportamentos violentos com os seus parceiros;
  • 35% dos rapazes mostram-se de acordo com as atitudes violentas que justificam, negam ou minimizam;
  • 23% dos jovens considera as raparigas como inferiores.

 

Contudo, estudos nesta área têm sido difíceis de desenvolver por variados motivos, entre os quais: dificuldade na definição desta tipologia de violência, de acesso à população em estudo (é necessária autorização dos pais ou responsáveis) e à existência de um vazio legal na maior parte dos países.

Em Portugal este crime é público e insere-se dentro do Crime de Violência Doméstica.

No dia 25 de Novembro, o Grupo de Trabalho da Violência ao Longo do Ciclo de Vida da ARS Algarve IP realiza ações de sensibilização sobre a temática da Violência no Namoro, intituladas «Namoro Imperfeito», nas Escolas Secundárias do Concelho de Faro. As ações decorrerão no âmbito da comemoração do Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres, em colaboração com a Equipa de Saúde Escolar da Unidade de Cuidados na Comunidade de Faro do ACES Central.

 iamgem

O público-alvo são alunos do 10º e 11º anos e de Cursos Profissionais, abrangendo a faixa etária entre os 15 e os 19 anos de idade. Encontram-se agendadas três ações com a duração de 90 minutos cada, nos seguintes locais:

 

Escola Secundária Tomás Cabreira (10h15 às 11h45)

 

Escola Secundária João de Deus (11h55 às 13h25)

 

Escola Secundária Pinheiro e Rosa (15h15 às 16h45)

 

Os objectivos das sessões são sensibilizar os alunos e os professores sobre a violência nas relações de intimidade, promover relações saudáveis, promover a igualdade de género e divulgar o trabalho do Grupo de Trabalho da Violência ao Longo do Ciclo da ARS Algarve IP.

 

A violência nas relações no namoro é um tema que, embora não sendo recente, tem vindo a merecer atenção na comunidade científica, pois atualmente sabe-se que é um importante indicador para a violência conjugal. Salientam-se alguns dados preocupantes:

 

Segundo os dados da Comissão para Igualdade de Género (CIG): 

  • Cerca de 25 a 35 % jovens interpretam a violência como uma manifestação de amor;
  • 25,4% dos jovens com idades compreendidas entre os 13 e os 29 anos revelaram ter sido vitimas de pelo menos um ato violento no último ano;
  • 33% das raparigas não consideram que numa relação de namoro exista abuso sexual.

Segundo o estudo de Machado, Matos e Martins da Universidade do Minho (2009):

  • Cerca de 21,7% dos estudantes admitem já ter adoptado comportamentos violentos com os seus parceiros;
  • 35% dos rapazes mostram-se de acordo com as atitudes violentas que justificam, negam ou minimizam;
  • 23% dos jovens considera as raparigas como inferiores.

 

Contudo, estudos nesta área têm sido difíceis de desenvolver por variados motivos, entre os quais: dificuldade na definição desta tipologia de violência, de acesso à população em estudo (é necessária autorização dos pais ou responsáveis) e à existência de um vazio legal na maior parte dos países.

Em Portugal este crime é público e insere-se dentro do Crime de Violência Doméstica.

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