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Hospital de Faro integra Unidades de Referência Nacional no âmbito do Plano de Contingência da Gripe

O Hospital de Faro promoveu no passado dia 15 de Julho uma conferência de imprensa no âmbito da integração desta unidade hospitalar na rede de Unidades de Referência Nacional no âmbito do Plano de Contingência da Gripe.

 

Esta conferência de imprensa teve como objectivo esclarecer os órgãos de comunicação social sobre as condições que o Hospital dispõe e dar a conhecer todas as medidas que foram adoptadas.

 

No âmbito do Plano de Contingência Nacional do Sector da Saúde para a pandemia da gripe, o Hospital de Faro constituiu atempadamente em 30 de Abril de 2009, os necessários grupos de planeamento e acompanhamento das medidas e procedimentos aplicáveis nesta situação, a saber: Comité Institucional, que para além dos elementos do Conselho de Administração integra também uma médica infecciologista, o Grupo Operativo Institucional, no qual estão representantes de todas as áreas funcionais do Hospital, e o Grupo Consultivo.

 

Desde essa data, o Grupo Operativo Institucional, coordenado pelo Dr. Rui Pereira, médico infecciologista do Hospital de Faro, em articulação com um dos elementos do Comité, Dra. Paula Proença, têm vindo a desenvolver trabalho interno, no sentido de preparar o Hospital para o papel que, de acordo com as orientações superiores, lhe viesse a ser atribuído no processo.

 

Tendo em conta o desenvolvimento da situação epidemiológica no País, o Ministério da Saúde determinou que, a partir do dia 15 de Julho de 2009, à semelhança dos hospitais Curry Cabral, da Universidade de Coimbra, de S. João e Estefânia, quatro novos hospitais passassem a integrar a Rede de Referenciação Nacional, incluindo-se nestes o Hospital de Faro.

 

Nesse sentido, e dando corpo às orientações resultantes do trabalho promovido pelos grupos institucionais acima referidos (Comité, Grupo Operativo e Grupo Consultivo), as quais foram convenientemente validadas pela Tutela, encontram-se implementadas a partir de hoje as medidas consideradas necessárias à concretização desta fase do Plano de Contingência Interno.

 

Assim, vão passar a ser assistidos e, se a sua situação clínica ou social o justificar, internados no hospital todos os utentes que venham a ser referenciados pela linha saúde 24 ou outros canais que possam vir a ser criados para o efeito.

 

Como centro de referência nacional, o hospital tem, necessariamente de dispor de condições que lhe permitam garantir circuitos de diagnóstico e tratamento dedicado de todos os casos.

 

Deste modo, não só foram constituídas equipas dedicadas de médicos, enfermeiros e assistentes operacionais como, considerando os requisitos acima definidos, alocado espaço e circuito dedicado, tanto para o atendimento de 1ª linha como para posterior tratamento e internamento.

 

Para o efeito e após análise criteriosa de todas as instalações hospitalares, foi consignado para o efeito o actual S.O. e respectivas áreas de apoio, uma vez que no Hospital de Faro, esta estrutura pela sua concepção arquitectónica, é a única que, constituindo-se como autónoma, dispõe de condições que permitem o cumprimento de todos os requisitos definidos pelo Plano de Contingência Nacional para os Centros de Referência.

 

Importando também manter garantida a resposta a todos aqueles que, fora desta situação epidemiológica, acorrem ao Hospital, foram promovidas reuniões com os Responsáveis Médicos e de Enfermagem dos diversos Serviços Hospitalares, no sentido de serem reajustados os respectivos planos de trabalho e em consequência criar condições internas que permitam que os serviços, designadamente os cirúrgicos, acolham nas suas áreas de internamento os doentes provenientes do Serviço de Urgência.

Fonte: Hospital de Faro

O Hospital de Faro promoveu no passado dia 15 de Julho uma conferência de imprensa no âmbito da integração desta unidade hospitalar na rede de Unidades de Referência Nacional no âmbito do Plano de Contingência da Gripe.

 

Esta conferência de imprensa teve como objectivo esclarecer os órgãos de comunicação social sobre as condições que o Hospital dispõe e dar a conhecer todas as medidas que foram adoptadas.

 

No âmbito do Plano de Contingência Nacional do Sector da Saúde para a pandemia da gripe, o Hospital de Faro constituiu atempadamente em 30 de Abril de 2009, os necessários grupos de planeamento e acompanhamento das medidas e procedimentos aplicáveis nesta situação, a saber: Comité Institucional, que para além dos elementos do Conselho de Administração integra também uma médica infecciologista, o Grupo Operativo Institucional, no qual estão representantes de todas as áreas funcionais do Hospital, e o Grupo Consultivo.

 

Desde essa data, o Grupo Operativo Institucional, coordenado pelo Dr. Rui Pereira, médico infecciologista do Hospital de Faro, em articulação com um dos elementos do Comité, Dra. Paula Proença, têm vindo a desenvolver trabalho interno, no sentido de preparar o Hospital para o papel que, de acordo com as orientações superiores, lhe viesse a ser atribuído no processo.

 

Tendo em conta o desenvolvimento da situação epidemiológica no País, o Ministério da Saúde determinou que, a partir do dia 15 de Julho de 2009, à semelhança dos hospitais Curry Cabral, da Universidade de Coimbra, de S. João e Estefânia, quatro novos hospitais passassem a integrar a Rede de Referenciação Nacional, incluindo-se nestes o Hospital de Faro.

 

Nesse sentido, e dando corpo às orientações resultantes do trabalho promovido pelos grupos institucionais acima referidos (Comité, Grupo Operativo e Grupo Consultivo), as quais foram convenientemente validadas pela Tutela, encontram-se implementadas a partir de hoje as medidas consideradas necessárias à concretização desta fase do Plano de Contingência Interno.

 

Assim, vão passar a ser assistidos e, se a sua situação clínica ou social o justificar, internados no hospital todos os utentes que venham a ser referenciados pela linha saúde 24 ou outros canais que possam vir a ser criados para o efeito.

 

Como centro de referência nacional, o hospital tem, necessariamente de dispor de condições que lhe permitam garantir circuitos de diagnóstico e tratamento dedicado de todos os casos.

 

Deste modo, não só foram constituídas equipas dedicadas de médicos, enfermeiros e assistentes operacionais como, considerando os requisitos acima definidos, alocado espaço e circuito dedicado, tanto para o atendimento de 1ª linha como para posterior tratamento e internamento.

 

Para o efeito e após análise criteriosa de todas as instalações hospitalares, foi consignado para o efeito o actual S.O. e respectivas áreas de apoio, uma vez que no Hospital de Faro, esta estrutura pela sua concepção arquitectónica, é a única que, constituindo-se como autónoma, dispõe de condições que permitem o cumprimento de todos os requisitos definidos pelo Plano de Contingência Nacional para os Centros de Referência.

 

Importando também manter garantida a resposta a todos aqueles que, fora desta situação epidemiológica, acorrem ao Hospital, foram promovidas reuniões com os Responsáveis Médicos e de Enfermagem dos diversos Serviços Hospitalares, no sentido de serem reajustados os respectivos planos de trabalho e em consequência criar condições internas que permitam que os serviços, designadamente os cirúrgicos, acolham nas suas áreas de internamento os doentes provenientes do Serviço de Urgência.

Fonte: Hospital de Faro

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