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INFARMED desaconselha o uso de cigarros electrónicos

O INFARMED desaconselha o uso de cigarros electrónicos, alertando que estes, tal como os convencionais, podem induzir dependência.

Tendo em conta que alguns destes produtos têm sido apresentados como um auxilio para «deixar de fumar», o INFARMED, em circular informativa de 12 de Agosto, alerta que «não tem qualquer autorização ou registo para este tipo de produtos, nem como medicamento, nem como dispositivo médico», desaconselhando por isso a utilização deste tipo de produtos, por não ser possível assegurar a sua qualidade, segurança e eficácia/desempenho.

Salientando que «os fins médicos devem ser devidamente fundamentados, com dados clínicos e científicos, e esses dados têm que ser submetidos às autoridades competentes para avaliação», na circular informativa, o INFARMED esclarece algumas questões relativas ao enquadramento legal de comercialização do cigarro electrónico enquanto medicamento, dispositivo médico ou produto de consumo geral.

De referir que a Organização Mundial de Saúde já alertou também para esta questão indicando que não considera os cigarros electrónicos como um sistema de ajuda ao abandono do tabagismo e que os mesmos contêm aditivos químicos que podem ser tóxicos.

Os cigarros electrónicos apresentados como uma solução para deixar de fumar «sabotam as estratégias da OMS» de luta contra o tabaco, alerta a OMS..

 

Mais informações: INFARMED – Cigarros electrónicos

O INFARMED desaconselha o uso de cigarros electrónicos, alertando que estes, tal como os convencionais, podem induzir dependência.

Tendo em conta que alguns destes produtos têm sido apresentados como um auxilio para «deixar de fumar», o INFARMED, em circular informativa de 12 de Agosto, alerta que «não tem qualquer autorização ou registo para este tipo de produtos, nem como medicamento, nem como dispositivo médico», desaconselhando por isso a utilização deste tipo de produtos, por não ser possível assegurar a sua qualidade, segurança e eficácia/desempenho.

Salientando que «os fins médicos devem ser devidamente fundamentados, com dados clínicos e científicos, e esses dados têm que ser submetidos às autoridades competentes para avaliação», na circular informativa, o INFARMED esclarece algumas questões relativas ao enquadramento legal de comercialização do cigarro electrónico enquanto medicamento, dispositivo médico ou produto de consumo geral.

De referir que a Organização Mundial de Saúde já alertou também para esta questão indicando que não considera os cigarros electrónicos como um sistema de ajuda ao abandono do tabagismo e que os mesmos contêm aditivos químicos que podem ser tóxicos.

Os cigarros electrónicos apresentados como uma solução para deixar de fumar «sabotam as estratégias da OMS» de luta contra o tabaco, alerta a OMS..

 

Mais informações: INFARMED – Cigarros electrónicos

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