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Investigador da UAlg recebe prémio por desenhar o primeiro mapa da interacção de proteínas em humanos

 O Prof. Matthias Futschik, do Centro de Biomedicina Molecular e Estrutural da Univeridade do Algarve, recebeu, no passado dia 11 de Setembro, em Berlim, o prémio Erwin Schrödinger 2008, por ter conseguido desenhar o primeiro mapa da interacção de proteínas em humanos.

 

De acordo com Prof. Matthias Futschik – contratado pela UAlg ao abrigo do programa Ciência 2007 e que nos próximos 5 anos vai desenvolver o seu trabalho no Centro de Biomedicina Molecular e Estrutural da Univeridade do Algarve (CBME), centro de investigação da UAlg integrado no laboratório associado Instituto de Biotecnologia e Bioengenharia (IBB) -, o estudo da interacção entre proteínas permite conhecer melhor os mecanismos de algumas doenças, o que é essencial para desenvolver novos fármacos.

 

Do ponto de vista do investigador, este primeiro mapa «abre novas possibilidades na busca da cura para doenças como Parkinson, Alzheimer, ou a doença de Huntington, mais rara, mas que nos suscita particular interesse, uma vez que é causada pela mutação de um único gene».

 

A equipa do Prof. Matthias Futshik, liderada pelo Prof. Erich E. Wanker, do Max Delbrück Center for Molecular Medicine, sediado em Berlim, foi distinguida por ter desenvolvido, pela primeira vez em humanos, um mapa das interacções entre proteínas, projecto que abre novas possibilidades no que toca ao tratamento de, por exemplo, doenças neurológicas.

 

O grupo de investigadores, no qual se inclui o alemão Matthias Futschik, estudou a interacção entre as proteínas que compõem o corpo humano, realizando mais de 25 milhões de experiências individuais, com o objectivo de perceber se proteínas específicas interagem entre si.

 

Foi desta forma que a equipa criou um mapa que mostra 3200 interacções entre 1700 proteínas humanas. Os investigadores foram ainda capazes de identificar 195 proteínas e respectivos parceiros, associando estas relações a diferentes patologias.

 

 O objectivo do trabalho que Futschik tem realizado em torno da doença de Huntington é tentar «desenvolver caminhos que indirectamente possam curar a doença», sendo que a estratégia passa por influenciar indirectamente uma proteína através de outras proteínas «suas parceiras», conclui.

 

A Helmholtz Association of German Research Centres, uma das maiores sociedades científicas da Europa, reconheceu assim o mérito do trabalho desenvolvido pela equipa de investigadores da qual o alemão Matthias Futschik faz parte, que culminou na criação de um modelo único, capaz de mostrar, pela primeira vez, como interagem milhares de proteínas humanas. 

 

A cerimónia decorreu em Berlim, na Alemanha, durante a assembleia-geral da Helmholtz Association of German Research Centres, entidade que atribui anualmente este prémio e que integra 15 centros de investigação, constituindo-se como a maior organização científica da Alemanha.

 

Mais informação disponível no site oficial da Helmholtz Association of German Research Centres, em www.helmholtz.de

 O Prof. Matthias Futschik, do Centro de Biomedicina Molecular e Estrutural da Univeridade do Algarve, recebeu, no passado dia 11 de Setembro, em Berlim, o prémio Erwin Schrödinger 2008, por ter conseguido desenhar o primeiro mapa da interacção de proteínas em humanos.

 

De acordo com Prof. Matthias Futschik – contratado pela UAlg ao abrigo do programa Ciência 2007 e que nos próximos 5 anos vai desenvolver o seu trabalho no Centro de Biomedicina Molecular e Estrutural da Univeridade do Algarve (CBME), centro de investigação da UAlg integrado no laboratório associado Instituto de Biotecnologia e Bioengenharia (IBB) -, o estudo da interacção entre proteínas permite conhecer melhor os mecanismos de algumas doenças, o que é essencial para desenvolver novos fármacos.

 

Do ponto de vista do investigador, este primeiro mapa «abre novas possibilidades na busca da cura para doenças como Parkinson, Alzheimer, ou a doença de Huntington, mais rara, mas que nos suscita particular interesse, uma vez que é causada pela mutação de um único gene».

 

A equipa do Prof. Matthias Futshik, liderada pelo Prof. Erich E. Wanker, do Max Delbrück Center for Molecular Medicine, sediado em Berlim, foi distinguida por ter desenvolvido, pela primeira vez em humanos, um mapa das interacções entre proteínas, projecto que abre novas possibilidades no que toca ao tratamento de, por exemplo, doenças neurológicas.

 

O grupo de investigadores, no qual se inclui o alemão Matthias Futschik, estudou a interacção entre as proteínas que compõem o corpo humano, realizando mais de 25 milhões de experiências individuais, com o objectivo de perceber se proteínas específicas interagem entre si.

 

Foi desta forma que a equipa criou um mapa que mostra 3200 interacções entre 1700 proteínas humanas. Os investigadores foram ainda capazes de identificar 195 proteínas e respectivos parceiros, associando estas relações a diferentes patologias.

 

 O objectivo do trabalho que Futschik tem realizado em torno da doença de Huntington é tentar «desenvolver caminhos que indirectamente possam curar a doença», sendo que a estratégia passa por influenciar indirectamente uma proteína através de outras proteínas «suas parceiras», conclui.

 

A Helmholtz Association of German Research Centres, uma das maiores sociedades científicas da Europa, reconheceu assim o mérito do trabalho desenvolvido pela equipa de investigadores da qual o alemão Matthias Futschik faz parte, que culminou na criação de um modelo único, capaz de mostrar, pela primeira vez, como interagem milhares de proteínas humanas. 

 

A cerimónia decorreu em Berlim, na Alemanha, durante a assembleia-geral da Helmholtz Association of German Research Centres, entidade que atribui anualmente este prémio e que integra 15 centros de investigação, constituindo-se como a maior organização científica da Alemanha.

 

Mais informação disponível no site oficial da Helmholtz Association of German Research Centres, em www.helmholtz.de

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