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Laboratório de Audiologia e Terapia da Fala da Universidade do Algarve ao serviço da comunidade

laboratorio_fala2.jpgSituado no Campus de Gambelas da Universidade do Algarve, nas salas E10 a E15, o Laboratório de Audição e Terapia da Fala (LATF) da Universidade do Algarve abriu oficialmente as suas portas à comunidade na terça-feira, 11 de Maio. Constituído por uma sala de observação para alunos, um laboratório de fala, um gabinete de audiologia/audiometria e um gabinete de apoio aos seus docentes e técnicos, este complexo científico-pedagógico na área de Terapia da Fala, tem três grandes vertentes: a pedagógica, investigação e a intervenção comunitária.

 

 

De acordo com a Coordenadora do Curso de Terapia da Fala da Escola Superior de Saúde da Universidade do Algarve, Professora Lilia Brinca, «o projecto tem três grandes componentes, que no fundo são as 3 grande componentes do ensino politécnico. Tem uma componente pedagógica, visto que os alunos de Terapia da Fala terão mais possibilidade de contacto com casos o mais próximo do real, o que se pretende com isto é ter possibilidade ao longo do curso já ter algum contacto com o que será o contexto profissional no futuro», colmatando desta forma as necessidades pedagógicas e de investigação sentidas na leccionação de aulas de vertente aplicada, como as exigidas no curso de Terapia da Fala, em que o ensino clínico é uma vertente indispensável.

 

laboratorio_fala_lilia_brinca.jpgNeste sentido, a Professora Lilia Brinca salienta a importância da articulação entre as instituições do ensino superior e as necessidades da sociedade civil, sobretudo em áreas como a Saúde, «com a prestação de serviços à comunidade» como forma de motivação dos alunos «sentirem que estão a ajudar a resolver problemas reais», apontando como exemplo «os acordos que nós estabelecemos com a ARS Algarve, IP e depois com o ACES Central, numa fase inicial só para crianças até aos 13 anos».

 

Além desta parceria com os serviços de saúde públicos também existe uma vertente privada, «nós também temos utentes privados que vêm directamente ou encaminhados pelo médico. Neste momento temos dois dias de consultas privadas e três dias de consultas para o centro de saúde», explica a Coordenadora do Curso de Terapia da Fala.

 

«Maioritariamente o que nos tem aparecido até agora são crianças com problemas de leitura e escrita, são crianças com seis, sete, oito, nove anos de idade, que pode ou não ser dislexia, mas esta é a grande área neste momento, embora no futuro estamos muito interessados em diversificar mais», refere.

 

laboratorio_fala3.jpgPor outro lado, este complexo responde às exigências do ensino superior politécnico de qualidade, sobretudo quando se pretende dar ênfase a uma formação mais direccionada para o desenvolvimento de competências ligadas ao «saber», ao «saber fazer» e ao «saber estar».

 

A possibilidade de acompanhar a prática clínica assegurará uma formação adaptada e adaptável à realidade da população e do mercado, respondendo aos desafios da sociedade do conhecimento.

A construção deste laboratório foi financiada por um projecto POCI (medida IV 4.1), remodelando e reaproveitando infra-estruturas já existentes. Para a execução do projecto teve uma contribuição fundamental o Prémio Ciência do Banco Santander Totta, atribuído ao LATF, em Dezembro de 2008. O LATF gere as suas próprias receitas, prestando serviços à comunidade de diagnóstico e terapêutica nas áreas da Terapia da Fala e de Audiologia.

De referir que Ilídio Gonçalves, médico otorrinolaringologista e docente do curso de Terapia da Fala, é o patrono do LATF, devido ao seu enorme envolvimento neste projecto, bem como da sua participação no desenvolvimento de estudos científicos na área da voz. 

laboratorio_fala1.jpg

 

Na sessão oficialmente de abertura do Laboratório, estiveram presentes o Presidente da Câmara Municipal de Faro, Eng. Macário Correia, o Presidente da ARS Algarve,IP, Dr Rui Lourenço, o Vogal do Conselho Directivo da ARS Algarve,IP, Dr Eusébio Pacheco, do Director do ACES Central, Dr. Carlos Sousa, além dos professores e alunos da Escola Superior de Saúde da Universidade do Algarve.

 

Para mais informações contactar:

 

Profª Lilia Brinca – lbrinca@ualg.pt

laboratorio_fala2.jpgSituado no Campus de Gambelas da Universidade do Algarve, nas salas E10 a E15, o Laboratório de Audição e Terapia da Fala (LATF) da Universidade do Algarve abriu oficialmente as suas portas à comunidade na terça-feira, 11 de Maio. Constituído por uma sala de observação para alunos, um laboratório de fala, um gabinete de audiologia/audiometria e um gabinete de apoio aos seus docentes e técnicos, este complexo científico-pedagógico na área de Terapia da Fala, tem três grandes vertentes: a pedagógica, investigação e a intervenção comunitária.

 

 

De acordo com a Coordenadora do Curso de Terapia da Fala da Escola Superior de Saúde da Universidade do Algarve, Professora Lilia Brinca, «o projecto tem três grandes componentes, que no fundo são as 3 grande componentes do ensino politécnico. Tem uma componente pedagógica, visto que os alunos de Terapia da Fala terão mais possibilidade de contacto com casos o mais próximo do real, o que se pretende com isto é ter possibilidade ao longo do curso já ter algum contacto com o que será o contexto profissional no futuro», colmatando desta forma as necessidades pedagógicas e de investigação sentidas na leccionação de aulas de vertente aplicada, como as exigidas no curso de Terapia da Fala, em que o ensino clínico é uma vertente indispensável.

 

laboratorio_fala_lilia_brinca.jpgNeste sentido, a Professora Lilia Brinca salienta a importância da articulação entre as instituições do ensino superior e as necessidades da sociedade civil, sobretudo em áreas como a Saúde, «com a prestação de serviços à comunidade» como forma de motivação dos alunos «sentirem que estão a ajudar a resolver problemas reais», apontando como exemplo «os acordos que nós estabelecemos com a ARS Algarve, IP e depois com o ACES Central, numa fase inicial só para crianças até aos 13 anos».

 

Além desta parceria com os serviços de saúde públicos também existe uma vertente privada, «nós também temos utentes privados que vêm directamente ou encaminhados pelo médico. Neste momento temos dois dias de consultas privadas e três dias de consultas para o centro de saúde», explica a Coordenadora do Curso de Terapia da Fala.

 

«Maioritariamente o que nos tem aparecido até agora são crianças com problemas de leitura e escrita, são crianças com seis, sete, oito, nove anos de idade, que pode ou não ser dislexia, mas esta é a grande área neste momento, embora no futuro estamos muito interessados em diversificar mais», refere.

 

laboratorio_fala3.jpgPor outro lado, este complexo responde às exigências do ensino superior politécnico de qualidade, sobretudo quando se pretende dar ênfase a uma formação mais direccionada para o desenvolvimento de competências ligadas ao «saber», ao «saber fazer» e ao «saber estar».

 

A possibilidade de acompanhar a prática clínica assegurará uma formação adaptada e adaptável à realidade da população e do mercado, respondendo aos desafios da sociedade do conhecimento.

A construção deste laboratório foi financiada por um projecto POCI (medida IV 4.1), remodelando e reaproveitando infra-estruturas já existentes. Para a execução do projecto teve uma contribuição fundamental o Prémio Ciência do Banco Santander Totta, atribuído ao LATF, em Dezembro de 2008. O LATF gere as suas próprias receitas, prestando serviços à comunidade de diagnóstico e terapêutica nas áreas da Terapia da Fala e de Audiologia.

De referir que Ilídio Gonçalves, médico otorrinolaringologista e docente do curso de Terapia da Fala, é o patrono do LATF, devido ao seu enorme envolvimento neste projecto, bem como da sua participação no desenvolvimento de estudos científicos na área da voz. 

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Na sessão oficialmente de abertura do Laboratório, estiveram presentes o Presidente da Câmara Municipal de Faro, Eng. Macário Correia, o Presidente da ARS Algarve,IP, Dr Rui Lourenço, o Vogal do Conselho Directivo da ARS Algarve,IP, Dr Eusébio Pacheco, do Director do ACES Central, Dr. Carlos Sousa, além dos professores e alunos da Escola Superior de Saúde da Universidade do Algarve.

 

Para mais informações contactar:

 

Profª Lilia Brinca – lbrinca@ualg.pt

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