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Microsite da DGS com informação e recomendações sobre a Febre de Dengue

dgs_dengue.jpgA Direção-Geral da Saúde, no âmbito dos casos de dengue verificados na ilha da Madeira, criou um microsite com informação e esclarecimentos sobre a doença, e recomendações aos cidadãos que viajem para a ilha da Madeira.

A infeção é provocada por um flavivírus, e transmite-se através da picada dos mosquitos do género Aedes, particularmente Ae. aegypti, infetados com o vírus, não ocorrendo transmissão pessoa a pessoa. Os vetores existem em extensas áreas do Globo, particularmente nas regiões tropicais e subtropicais.

A DGS informa ainda que, até ao momento, não foram detetados mosquitos deste género em Portugal Continental, pelo que não há risco de emergência de casos indígenas. Todos os casos até à data diagnosticados foram importados de regiões endémicas.

A principal medida de prevenção é a proteção individual contra a picada do mosquito, uma vez que não existe vacina para esta doença.

foto_aeroporto_zona_chegada_alfandega_placard_eletronico.jpgNa Região do Algarve, e de acordo com normas emanadas pela Direcção-Geral da Saúde (DGS), a ARS Algarve, IP em articulação com o Aeroporto de Faro, disponibilizou informação aos passageiros provenientes da Ilha da Madeira (cartazes e folhetos), no sentido de poderem obter informação adicional sobre o surto de dengue através da página da internet da DGS (www.dgs.pt), ou, no caso de manifestação de sintomas característicos da doença, para que contactem a Linha Saúde 24 (808 24 24 24).

 

Consultar: Microsite DGS – Febre de Dengue

 

 

Programa de Prevenção de Doenças Transmitidas por Artrópodes – vertente Mosquitos – Região do Algarve

 

lago.jpgA ARS Algarve, I.P. desenvolve anualmente o Programa de Prevenção de Doenças Transmitidas por Artrópodes, desde 2004, que inclui doenças transmitidas por mosquitos, e tem como principal objetivo a minimização do risco de infecção na população. No âmbito deste Programa, os Serviços de Saúde Pública da ARS Algarve, I.P., em colaboração com as Autarquias e outras entidades intervenientes, nomeadamente Águas do Algarve, identificam anualmente, em cada concelho, os locais potenciais e efetivos de criação de mosquitos, no sentido de reduzir a população de insectos e, consequentemente, reduzir o risco de infecção, perante a ausência de vacinas eficazes na prevenção de doenças como o Vírus do Nilo Ocidental.

 

A ARS Algarve, I.P. no seu Programa preconiza a eliminação/drenagem de locais de água estagnada, ideal para a criação de mosquitos ou, na impossibilidade de o fazer, a aplicação de larvicida biológico, letal para larvas de insectos, mas inócuo para os ecossistemas naturais e para o Homem. Neste sentido, a utilização de adulticidas é totalmente desaconselhado pela ARS Algarve, dadas as repercussões nefastas para o ambiente e para o Homem.

 

vectores_2.jpgNo âmbito das suas competências, a ARS Algarve, I.P. identifica e avalia em permanência o risco de infecciosidade para a população de doenças transmitidas por estes vectores. Para tal, para além das ações anteriormente descritas, a ARS Algarve, I.P. estabeleceu um protocolo de colaboração com o Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge/Centro de Estudo de Vectores e Doenças Infecciosas, desde 2006, que visa a identificação das espécies de mosquitos presentes na região, colhidos em diversos postos biológicos seleccionados em toda a região do Algarve, que incluem as imediações do Aeroporto do Faro e o Porto de Portimão, bem como a análise laboratorial para avaliação do nível de infecciosidade dos mosquitos, relativamente a diversos arbovírus. A campanha de colheita de mosquitos adultos é realizada entre Maio e Outubro. Também é realizada a colheita de estados imaturos destes insectos em diversos pontos da região. Esta Rede de Vigilância de Vectores, foi estendida às restantes regiões de Portugal Continental em 2008.

 

No presente ano e nos anos anteriores, na Região do Algarve não foram identificados mosquitos de espécies exóticas, nem mosquitos infectados que constituam risco para o Homem.

A população também tem um papel importante na minimização deste risco, nomeadamente pela eliminação de locais e recipientes que acumulem água, tais como vasos, baldes, bebedouros de animais, lagos artificiais com água parada, e também com a tomada de medidas de proteção individual contra picadas, através da colocação de redes mosquiteiras nas janelas e portas de casa, utilização de repelentes e/ou mangas e calças compridas.

 

Fonte: Departamento de Saúde Pública e Planeamento da ARS Algarve IP

dgs_dengue.jpgA Direção-Geral da Saúde, no âmbito dos casos de dengue verificados na ilha da Madeira, criou um microsite com informação e esclarecimentos sobre a doença, e recomendações aos cidadãos que viajem para a ilha da Madeira.

A infeção é provocada por um flavivírus, e transmite-se através da picada dos mosquitos do género Aedes, particularmente Ae. aegypti, infetados com o vírus, não ocorrendo transmissão pessoa a pessoa. Os vetores existem em extensas áreas do Globo, particularmente nas regiões tropicais e subtropicais.

A DGS informa ainda que, até ao momento, não foram detetados mosquitos deste género em Portugal Continental, pelo que não há risco de emergência de casos indígenas. Todos os casos até à data diagnosticados foram importados de regiões endémicas.

A principal medida de prevenção é a proteção individual contra a picada do mosquito, uma vez que não existe vacina para esta doença.

foto_aeroporto_zona_chegada_alfandega_placard_eletronico.jpgNa Região do Algarve, e de acordo com normas emanadas pela Direcção-Geral da Saúde (DGS), a ARS Algarve, IP em articulação com o Aeroporto de Faro, disponibilizou informação aos passageiros provenientes da Ilha da Madeira (cartazes e folhetos), no sentido de poderem obter informação adicional sobre o surto de dengue através da página da internet da DGS (www.dgs.pt), ou, no caso de manifestação de sintomas característicos da doença, para que contactem a Linha Saúde 24 (808 24 24 24).

 

Consultar: Microsite DGS – Febre de Dengue

 

 

Programa de Prevenção de Doenças Transmitidas por Artrópodes – vertente Mosquitos – Região do Algarve

 

lago.jpgA ARS Algarve, I.P. desenvolve anualmente o Programa de Prevenção de Doenças Transmitidas por Artrópodes, desde 2004, que inclui doenças transmitidas por mosquitos, e tem como principal objetivo a minimização do risco de infecção na população. No âmbito deste Programa, os Serviços de Saúde Pública da ARS Algarve, I.P., em colaboração com as Autarquias e outras entidades intervenientes, nomeadamente Águas do Algarve, identificam anualmente, em cada concelho, os locais potenciais e efetivos de criação de mosquitos, no sentido de reduzir a população de insectos e, consequentemente, reduzir o risco de infecção, perante a ausência de vacinas eficazes na prevenção de doenças como o Vírus do Nilo Ocidental.

 

A ARS Algarve, I.P. no seu Programa preconiza a eliminação/drenagem de locais de água estagnada, ideal para a criação de mosquitos ou, na impossibilidade de o fazer, a aplicação de larvicida biológico, letal para larvas de insectos, mas inócuo para os ecossistemas naturais e para o Homem. Neste sentido, a utilização de adulticidas é totalmente desaconselhado pela ARS Algarve, dadas as repercussões nefastas para o ambiente e para o Homem.

 

vectores_2.jpgNo âmbito das suas competências, a ARS Algarve, I.P. identifica e avalia em permanência o risco de infecciosidade para a população de doenças transmitidas por estes vectores. Para tal, para além das ações anteriormente descritas, a ARS Algarve, I.P. estabeleceu um protocolo de colaboração com o Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge/Centro de Estudo de Vectores e Doenças Infecciosas, desde 2006, que visa a identificação das espécies de mosquitos presentes na região, colhidos em diversos postos biológicos seleccionados em toda a região do Algarve, que incluem as imediações do Aeroporto do Faro e o Porto de Portimão, bem como a análise laboratorial para avaliação do nível de infecciosidade dos mosquitos, relativamente a diversos arbovírus. A campanha de colheita de mosquitos adultos é realizada entre Maio e Outubro. Também é realizada a colheita de estados imaturos destes insectos em diversos pontos da região. Esta Rede de Vigilância de Vectores, foi estendida às restantes regiões de Portugal Continental em 2008.

 

No presente ano e nos anos anteriores, na Região do Algarve não foram identificados mosquitos de espécies exóticas, nem mosquitos infectados que constituam risco para o Homem.

A população também tem um papel importante na minimização deste risco, nomeadamente pela eliminação de locais e recipientes que acumulem água, tais como vasos, baldes, bebedouros de animais, lagos artificiais com água parada, e também com a tomada de medidas de proteção individual contra picadas, através da colocação de redes mosquiteiras nas janelas e portas de casa, utilização de repelentes e/ou mangas e calças compridas.

 

Fonte: Departamento de Saúde Pública e Planeamento da ARS Algarve IP

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