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Ministério da Saúde assina acordo com a Associação Nacional de Centros de Diálise com vista a diminuição da despesa com o tratamento de doentes renais

O Ministério da Saúde assinou na segunda-feira, 31 de Janeiro de 2011, um acordo com a Associação Nacional de Centros de Diálise (ANADIAL), com vista a diminuir a despesa anual do Estado com o tratamento de doentes renais.

O acordo celebrado entre o Ministério da Saúde, representado pelo Secretário de Estado da Saúde, Dr. Óscar Gaspar, e a ANADIAL, representada pelo seu Presidente, Dr. Ricardo Silva, «estabelece uma redução de dois por cento do preço às entidades convencionadas de hemodiálise, que agora está fixado em 537,25 euros por doente e semana».

Citado pela agência Lusa, o Secretário de Estado da Saúde, Dr. Óscar Gaspar, explicou que este acordo irá permitir a poupança de 15 milhões de euros, acrescentando que este era o objectivo que o Ministério da Saúde pretendia atingir, ainda que em moldes diferentes.

Com a redução de dois por cento no preço do tratamento, o Serviço Nacional de Saúde estima poupar seis milhões de euros, a que acrescem nove milhões de poupança nas transfusões de sangue e na manutenção dos acessos vasculares para permitir a diálise, que passam a ser assegurados pelos centros convencionados, avança a agência Lusa.

Os hospitais públicos passam a ter a responsabilidade de construir o primeiro acesso vascular definitivo, que permite ao doente fazer os tratamentos. Por outro lado para que as clínicas privadas possam reparar e construir os acessos vasculares seguintes, terão de passar por um processo de credenciação e reconhecimento pela Direcção-Geral da Saúde, sendo que enquanto não estão preparados, os hospitais públicos farão este trabalho, mas será pago pelas entidades privadas convencionadas.

A ANADIAL estima que haja por ano 2500 doentes novos a precisar de diálise e que em 10 mil doentes já em tratamento cerca de 30 por cento precise de renovar os acessos vasculares.

O Ministério da Saúde assume uma grande dependência das empresas privadas de hemodiálise e adianta que pretende reforçar a rede pública de tratamento. Os novos hospitais de Braga e de Loures serão equipados com equipamentos para que se possa fazer hemodiálise.

Para o Ministério da Saúde, o objectivo é atingir um «bom equilíbrio entre o público e o privado» na prestação de cuidados de hemodiálise, refere a agência Lusa.

O Ministério da Saúde assinou na segunda-feira, 31 de Janeiro de 2011, um acordo com a Associação Nacional de Centros de Diálise (ANADIAL), com vista a diminuir a despesa anual do Estado com o tratamento de doentes renais.

O acordo celebrado entre o Ministério da Saúde, representado pelo Secretário de Estado da Saúde, Dr. Óscar Gaspar, e a ANADIAL, representada pelo seu Presidente, Dr. Ricardo Silva, «estabelece uma redução de dois por cento do preço às entidades convencionadas de hemodiálise, que agora está fixado em 537,25 euros por doente e semana».

Citado pela agência Lusa, o Secretário de Estado da Saúde, Dr. Óscar Gaspar, explicou que este acordo irá permitir a poupança de 15 milhões de euros, acrescentando que este era o objectivo que o Ministério da Saúde pretendia atingir, ainda que em moldes diferentes.

Com a redução de dois por cento no preço do tratamento, o Serviço Nacional de Saúde estima poupar seis milhões de euros, a que acrescem nove milhões de poupança nas transfusões de sangue e na manutenção dos acessos vasculares para permitir a diálise, que passam a ser assegurados pelos centros convencionados, avança a agência Lusa.

Os hospitais públicos passam a ter a responsabilidade de construir o primeiro acesso vascular definitivo, que permite ao doente fazer os tratamentos. Por outro lado para que as clínicas privadas possam reparar e construir os acessos vasculares seguintes, terão de passar por um processo de credenciação e reconhecimento pela Direcção-Geral da Saúde, sendo que enquanto não estão preparados, os hospitais públicos farão este trabalho, mas será pago pelas entidades privadas convencionadas.

A ANADIAL estima que haja por ano 2500 doentes novos a precisar de diálise e que em 10 mil doentes já em tratamento cerca de 30 por cento precise de renovar os acessos vasculares.

O Ministério da Saúde assume uma grande dependência das empresas privadas de hemodiálise e adianta que pretende reforçar a rede pública de tratamento. Os novos hospitais de Braga e de Loures serão equipados com equipamentos para que se possa fazer hemodiálise.

Para o Ministério da Saúde, o objectivo é atingir um «bom equilíbrio entre o público e o privado» na prestação de cuidados de hemodiálise, refere a agência Lusa.

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