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Um Novo Impulso na Reforma dos Cuidados de Saúde Primários com a criação de Coordenação Estratégica

O Ministério da Saúde reuniu na passada quarta-feira, 19 de Maio, os seus dirigentes para discussão do novo modelo de governação da reforma dos cuidados de saúde primários. De acordo com uma proposta do Grupo Consultivo para a Reforma dos Cuidados de Saúde Primários, o Ministério da Saúde apresentou um modelo em que se destaca uma Coordenação Estratégica, liderada pelo médico de medicina geral e familiar, Dr. Vitor Ramos, profissional de reconhecida competência desde sempre ligado à inovação da organização dos cuidados de saúde primários.

 

 

Este modelo caracteriza-se por ser simples, funcional, flexível e bem articulado com as estruturas da administração de saúde, com forte enfoque na análise e direcção estratégica da reforma e capacidade para promover um novo salto qualitativo na sua evolução.

 

A reforma dos cuidados de saúde primários, principalmente na vertente das unidades de saúde familiar (USF), tem sido reconhecida, por todos, como um verdadeiro sucesso pela forma inovadora da sua organização e pelos resultados já alcançados nos domínios do acesso, da proximidade e da qualidade dos serviços prestados.

 

Estão hoje generalizadas a todo o território nacional as USF, foram criados os Agrupamentos de Centros de Saúde e iniciou-se a implementação das Unidades de Cuidados na Comunidade e das Unidades de Saúde Pública.

 

Para tal, contribuiu a Missão para os Cuidados de Saúde Primários, uma estrutura de natureza transitória criada com o objectivo de implementar a primeira fase da reforma, meta que foi alcançada. De acordo com o Ministério da Saúde, importa agora dar um novo impulso e responder a novos desafios.

 

 

De referir que na Região do Algarve, neste momento encontram-se em actividade nove Unidades de Saúde Familiar, sendo que na totalidade estas unidades abrangem 105 101 utentes dos quais 16 012 que anteriormente não tinham médico de família, segundo dados do último relatório da Missão para os Cuidados de Saúde Primários (MCSP).

 

A USF Âncora em Olhão (2006), a USF Al-Gharb em Faro (2007), a USF Balsa em Tavira (2007), a USF Mirante em Olhão (2008), a USF Monchique (2008), a USF Farol em Faro (2009), a USF Albufeira (2009), a USF Guadiana em Vila Real de Santo António/Castro Marim (2009) e a USF Ria Formosa em Faro inaugurada no passado mês de Abril, abrangem, actualmente, mais de 100 mil utentes, envolvendo 184 profissionais, dos quais: 62 médicos, 64 enfermeiros e 58 administrativos, e permitiram dar médico de família a mais de 16 mil utentes na região do Algarve.

 

 

A Reforma continua a desenvolver-se, assumindo mesmo uma nova dinâmica com a implementação dos agrupamentos dos centros de saúde (ACES), do Barlavento, Central e Sotavento. Os directores executivos dos ACES e respectivos conselhos clínicos encontram-se já em actividade, representando uma das inovações primordiais: a existência de uma hierarquia técnica, pela primeira vez, nos centros de saúde.

 

Com os ACES, pretende-se consolidar as respostas já existentes e promover a constituição das restantes unidades que os integram: as unidades de cuidados na comunidade, as unidades de saúde pública, as unidades de recursos partilhados e as unidades de cuidados de saúde personalizados.

 

Até ao momento no Algarve encontram-se já em funcionamento três Unidades de Cuidados na Comunidade, a UCC de Faro, a UCC Infante em Lagos e a UCC Sto António de Arenilha em Vila Real de Sto António, estando a decorrer o processo de candidaturas para a constituição de mais unidades desta tipologia que permitirão a curto prazo abranger toda a região algarvia.

 

Estas unidades têm como objectivo a prestação de cuidados de saúde e apoio psicológico e social de âmbito domiciliário e comunitário, especialmente às pessoas, famílias e grupos mais vulneráveis, em situação de maior risco ou dependência física e funcional ou doença que requeira acompanhamento próximo, e actuam ainda na educação para a saúde, na integração em redes de apoio à família e na implementação de unidades móveis de intervenção, garantindo a continuidade e qualidade dos cuidados prestados.

O Ministério da Saúde reuniu na passada quarta-feira, 19 de Maio, os seus dirigentes para discussão do novo modelo de governação da reforma dos cuidados de saúde primários. De acordo com uma proposta do Grupo Consultivo para a Reforma dos Cuidados de Saúde Primários, o Ministério da Saúde apresentou um modelo em que se destaca uma Coordenação Estratégica, liderada pelo médico de medicina geral e familiar, Dr. Vitor Ramos, profissional de reconhecida competência desde sempre ligado à inovação da organização dos cuidados de saúde primários.

 

 

Este modelo caracteriza-se por ser simples, funcional, flexível e bem articulado com as estruturas da administração de saúde, com forte enfoque na análise e direcção estratégica da reforma e capacidade para promover um novo salto qualitativo na sua evolução.

 

A reforma dos cuidados de saúde primários, principalmente na vertente das unidades de saúde familiar (USF), tem sido reconhecida, por todos, como um verdadeiro sucesso pela forma inovadora da sua organização e pelos resultados já alcançados nos domínios do acesso, da proximidade e da qualidade dos serviços prestados.

 

Estão hoje generalizadas a todo o território nacional as USF, foram criados os Agrupamentos de Centros de Saúde e iniciou-se a implementação das Unidades de Cuidados na Comunidade e das Unidades de Saúde Pública.

 

Para tal, contribuiu a Missão para os Cuidados de Saúde Primários, uma estrutura de natureza transitória criada com o objectivo de implementar a primeira fase da reforma, meta que foi alcançada. De acordo com o Ministério da Saúde, importa agora dar um novo impulso e responder a novos desafios.

 

 

De referir que na Região do Algarve, neste momento encontram-se em actividade nove Unidades de Saúde Familiar, sendo que na totalidade estas unidades abrangem 105 101 utentes dos quais 16 012 que anteriormente não tinham médico de família, segundo dados do último relatório da Missão para os Cuidados de Saúde Primários (MCSP).

 

A USF Âncora em Olhão (2006), a USF Al-Gharb em Faro (2007), a USF Balsa em Tavira (2007), a USF Mirante em Olhão (2008), a USF Monchique (2008), a USF Farol em Faro (2009), a USF Albufeira (2009), a USF Guadiana em Vila Real de Santo António/Castro Marim (2009) e a USF Ria Formosa em Faro inaugurada no passado mês de Abril, abrangem, actualmente, mais de 100 mil utentes, envolvendo 184 profissionais, dos quais: 62 médicos, 64 enfermeiros e 58 administrativos, e permitiram dar médico de família a mais de 16 mil utentes na região do Algarve.

 

 

A Reforma continua a desenvolver-se, assumindo mesmo uma nova dinâmica com a implementação dos agrupamentos dos centros de saúde (ACES), do Barlavento, Central e Sotavento. Os directores executivos dos ACES e respectivos conselhos clínicos encontram-se já em actividade, representando uma das inovações primordiais: a existência de uma hierarquia técnica, pela primeira vez, nos centros de saúde.

 

Com os ACES, pretende-se consolidar as respostas já existentes e promover a constituição das restantes unidades que os integram: as unidades de cuidados na comunidade, as unidades de saúde pública, as unidades de recursos partilhados e as unidades de cuidados de saúde personalizados.

 

Até ao momento no Algarve encontram-se já em funcionamento três Unidades de Cuidados na Comunidade, a UCC de Faro, a UCC Infante em Lagos e a UCC Sto António de Arenilha em Vila Real de Sto António, estando a decorrer o processo de candidaturas para a constituição de mais unidades desta tipologia que permitirão a curto prazo abranger toda a região algarvia.

 

Estas unidades têm como objectivo a prestação de cuidados de saúde e apoio psicológico e social de âmbito domiciliário e comunitário, especialmente às pessoas, famílias e grupos mais vulneráveis, em situação de maior risco ou dependência física e funcional ou doença que requeira acompanhamento próximo, e actuam ainda na educação para a saúde, na integração em redes de apoio à família e na implementação de unidades móveis de intervenção, garantindo a continuidade e qualidade dos cuidados prestados.

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