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USF Âncora constituiu Comissão de Utentes autónoma em prol da qualidade

usf_ancora_utentes2.jpg Solidez, maturidade e coesão são os três grandes pilares que têm contribuído para o bom desempenho da USF Âncora em Olhão, a única na região do Algarve até ao momento a funcionar em regime de Modelo B, o que segundo o seu coordenador, Dr João Luís, reforça «a manutenção dos padrões de exigência e alta qualidade, organização e acessibilidade» e «maior intervenção na comunidade». Para isso, desde o início de Março que foi constituída uma comissão de utentes autónoma, composta por 8 representantes dos cerca de 9 mil utentes da USF, cujo principal objectivo passa por «colaborar no serviço de voluntariado tendo em vista o apoio humanitário ao utente carenciado, promover e apoiar iniciativas de carácter cultural e social que visem a criação de melhores condições de acesso ao direito à saúde de todos os utentes».

 

Cerca de 3 anos e meio após a sua entrada em funcionamento, a USF Âncora constituída por 5 médicos, 5 enfermeiros e 5 administrativos, possibilitou o acesso a médico de família a 8 500 utentes, sendo que, com os incentivos proporcionados pelo Modelo B, o Coordenador, Dr João Luís, está convicto de que «até ao final do ano vamos atingir os 10 mil utentes», explicando que estão «a aumentar os ficheiros dos médicos, isto é, mais pessoas vão ter médico de família, vamos buscar pessoas que não têm médico.

Neste momento cada médico tem cerca de 1800 utentes e estamos a pensar até ao final do ano que cada médico passe para os 2 mil.»

 

usf_ancora_utentes2.jpgElogiando o trabalho desenvolvido pela sua equipa, o Dr João Luís lembra que «a qualidade foi sempre uma aposta», e a prova disso é «que desde o dia 2 de Outubro de 2006 quando nós abrimos nunca faltou aqui um médico, nunca ouve aqui um período sem médico. Mas sempre que um colega faltou veio outro substitui-lo, através do regime de inter substituição» e «os utentes reconheceram esses esforço».

 

No mesmo âmbito, o coordenador da USF explica que «o sistema de incentivos institucionais tem beneficiado quer os profissionais que têm maior apoio na sua formação contínua quer os utentes que assim obtêm maiores ganhos em qualidade de atendimento, satisfação e amenidades nas instalações da USF».  

 

 «Temos mais formação, temos formações clínicas abertas nocturnas, e assim não prejudicamos os nossos utentes. Temos muito mais internos, temos alunos de enfermagem, temos internos do curso de medicina de Coimbra, Lisboa e Porto, temos internos da especialidade de medicina de clínica geral, médicos do ano comum, temos empresas que estão a trabalhar connosco para fazer formação em áreas especificas não só clínicas mas também administrativas», enumera o Dr João Luís salientando que «o maior envolvimento na formação» contribui para o «aumento de qualidade».

 

Outra das apostas da USF é uma maior intervenção na comunidade, quer através dos «projectos de intervenção comunitária que estão a ser desenvolvidos, nas várias áreas clínicas, tais como a diabetes, a hipertensão, a obesidade, nos idosos e na saúde infantil», quer através da constituição de uma comissão de utentes autónoma.

 

victor_azinhais_usf_ancora.jpgVictor Azinhais, utente da USF Âncora desde «o primeiro dia», decidiu aceitar o desafio lançado pelos médicos da USF e em conjunto com mais 7 elementos constituir a comissão de utentes da USF. Sublinhando que «não vão ser uma caixa de reclamações», Victor Azinhais mostra-se bastante empenhado nas suas novas funções e em nome da comissão de utentes garante que irão «contribuir com todos os meios ao seu alcance para a melhoria do nível de saúde dos utentes da USF» sendo que, para isso vão «colaborar no serviço de voluntariado tendo em vista o apoio humanitário ao utente carenciado, promover e apoiar iniciativas de carácter cultural e social que visem a criação de melhores condições de acesso ao direito à saúde de todos os utentes».

 

 

Em regime de voluntariado, «vamos tentar criar um pequeno espaço, onde vamos formar uma espécie de gabinete do utente, vamos ter uma equipa diária onde vamos informar todas pessoas quem somos e aquilo que pretendemos fazer, vamos auscultar os utentes ao mesmo tempo, no sentido de saber o que é que nós devemos fazer com a comissão», explica o representante da Comissão de Utentes, salientando que irão «privilegiar o contacto directo» pretendendo ser «um tipo de charneira entre os médicos e o utente».

 

Em suma, Victor Azinhais refere que em conjunto com os médicos, enfermeiros, administrativos, «podemos colaborar em tudo, aqui dentro na ajuda a uma situação qualquer ou no exterior, em qualquer situação que possamos ser úteis. Por outro lado, estaremos disponíveis também para apoiar os médicos em iniciativas que venham a tomar de carácter social, educativo, apoiar projectos».

usf_ancora_utentes2.jpg Solidez, maturidade e coesão são os três grandes pilares que têm contribuído para o bom desempenho da USF Âncora em Olhão, a única na região do Algarve até ao momento a funcionar em regime de Modelo B, o que segundo o seu coordenador, Dr João Luís, reforça «a manutenção dos padrões de exigência e alta qualidade, organização e acessibilidade» e «maior intervenção na comunidade». Para isso, desde o início de Março que foi constituída uma comissão de utentes autónoma, composta por 8 representantes dos cerca de 9 mil utentes da USF, cujo principal objectivo passa por «colaborar no serviço de voluntariado tendo em vista o apoio humanitário ao utente carenciado, promover e apoiar iniciativas de carácter cultural e social que visem a criação de melhores condições de acesso ao direito à saúde de todos os utentes».

 

Cerca de 3 anos e meio após a sua entrada em funcionamento, a USF Âncora constituída por 5 médicos, 5 enfermeiros e 5 administrativos, possibilitou o acesso a médico de família a 8 500 utentes, sendo que, com os incentivos proporcionados pelo Modelo B, o Coordenador, Dr João Luís, está convicto de que «até ao final do ano vamos atingir os 10 mil utentes», explicando que estão «a aumentar os ficheiros dos médicos, isto é, mais pessoas vão ter médico de família, vamos buscar pessoas que não têm médico.

Neste momento cada médico tem cerca de 1800 utentes e estamos a pensar até ao final do ano que cada médico passe para os 2 mil.»

 

usf_ancora_utentes2.jpgElogiando o trabalho desenvolvido pela sua equipa, o Dr João Luís lembra que «a qualidade foi sempre uma aposta», e a prova disso é «que desde o dia 2 de Outubro de 2006 quando nós abrimos nunca faltou aqui um médico, nunca ouve aqui um período sem médico. Mas sempre que um colega faltou veio outro substitui-lo, através do regime de inter substituição» e «os utentes reconheceram esses esforço».

 

No mesmo âmbito, o coordenador da USF explica que «o sistema de incentivos institucionais tem beneficiado quer os profissionais que têm maior apoio na sua formação contínua quer os utentes que assim obtêm maiores ganhos em qualidade de atendimento, satisfação e amenidades nas instalações da USF».  

 

 «Temos mais formação, temos formações clínicas abertas nocturnas, e assim não prejudicamos os nossos utentes. Temos muito mais internos, temos alunos de enfermagem, temos internos do curso de medicina de Coimbra, Lisboa e Porto, temos internos da especialidade de medicina de clínica geral, médicos do ano comum, temos empresas que estão a trabalhar connosco para fazer formação em áreas especificas não só clínicas mas também administrativas», enumera o Dr João Luís salientando que «o maior envolvimento na formação» contribui para o «aumento de qualidade».

 

Outra das apostas da USF é uma maior intervenção na comunidade, quer através dos «projectos de intervenção comunitária que estão a ser desenvolvidos, nas várias áreas clínicas, tais como a diabetes, a hipertensão, a obesidade, nos idosos e na saúde infantil», quer através da constituição de uma comissão de utentes autónoma.

 

victor_azinhais_usf_ancora.jpgVictor Azinhais, utente da USF Âncora desde «o primeiro dia», decidiu aceitar o desafio lançado pelos médicos da USF e em conjunto com mais 7 elementos constituir a comissão de utentes da USF. Sublinhando que «não vão ser uma caixa de reclamações», Victor Azinhais mostra-se bastante empenhado nas suas novas funções e em nome da comissão de utentes garante que irão «contribuir com todos os meios ao seu alcance para a melhoria do nível de saúde dos utentes da USF» sendo que, para isso vão «colaborar no serviço de voluntariado tendo em vista o apoio humanitário ao utente carenciado, promover e apoiar iniciativas de carácter cultural e social que visem a criação de melhores condições de acesso ao direito à saúde de todos os utentes».

 

 

Em regime de voluntariado, «vamos tentar criar um pequeno espaço, onde vamos formar uma espécie de gabinete do utente, vamos ter uma equipa diária onde vamos informar todas pessoas quem somos e aquilo que pretendemos fazer, vamos auscultar os utentes ao mesmo tempo, no sentido de saber o que é que nós devemos fazer com a comissão», explica o representante da Comissão de Utentes, salientando que irão «privilegiar o contacto directo» pretendendo ser «um tipo de charneira entre os médicos e o utente».

 

Em suma, Victor Azinhais refere que em conjunto com os médicos, enfermeiros, administrativos, «podemos colaborar em tudo, aqui dentro na ajuda a uma situação qualquer ou no exterior, em qualquer situação que possamos ser úteis. Por outro lado, estaremos disponíveis também para apoiar os médicos em iniciativas que venham a tomar de carácter social, educativo, apoiar projectos».

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