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Workshop «Aleitamento Materno: Uma Responsabilidade de Todos» na ESSaF

Realizou-se dia 6 de Março um Workshop acerca da temática do Aleitamento Materno na Escola Superior de Saúde de Faro, organizado pela A.R.S. Algarve I.P. em conjunto com a Escola Superior de Saúde de Faro, incentivando a fazer do aleitamento uma responsabilidade de todos.

 

Drª Sofia Quintero-RomeroDestinado a todos os profissionais interessados no tema, este encontro alertou para a situação actual do aleitamento. Contando com várias palestras ao longo do dia, foi ainda aberto espaços para debates e dúvidas acerca do que foi apresentado.

Temas como a Cidadania, Cantinhos de Amamentação, Saúde Oral e Nutrição foram ligados à temática do aleitamento e mostraram que, mais que um acto natural, o «dar de mamar» é um acto universal e cuja prática é um direito da mãe e do bebé.

A fechar o Workshop teve a conferência da Drª Sofia Quintero Romero, médica de Saúde Pública e Especialista em Aleitamento Materno. Exibiu, como forma de introdução, um vídeo acerca dos primeiros minutos de vida do bebé, fazendo parecer aos que estavam presentes que a amamentação precoce é essencial e produz efeitos a longo prazo na vida daquele que nasce.

O aleitamento, uma nutrição puramente biológica, oferece ao bebé os nutrientes essenciais à sua saúde. Nos primeiros dias de amamentação, o recém-nascido sustenta-se do primeiro leite, intitulando de Colostro, rico em nutrientes e justificando uma alimentação persistente no bebé, sendo conferências como esta «uma prioridade para a promoção da saúde», à imagem do que afirma a Drª Sofia.

Apelando ainda às consciências, foram várias as oradoras que defenderam a urgente mudança das práticas hospitalares, como forma de se fazer do acto de «mamar» uma cultura recriada.

Várias medidas têm sido tomadas e algumas acções de formação têm oferecido aos profissionais a oportunidade de exercer as boas práticas na área do aleitamento. No Algarve, vários Cantinhos de Amamentação foram inaugurados e contribuem para uma maior ajuda prestada à mãe e à família, promovendo a educação e informação necessárias para o sucesso da amamentação.

Organizações como a OMS, UNICEF e WABA – World Alliance for Breastfeeding Action, têm um papel fundamental na definição de metas, incentivos e apoios ao aleitamento materno, levando a cabo publicações de estudos científicos e organizações de eventos – tais como a Semana Mundial da Amamentação – que servem como meio de sensibilizar governos, instituições e sociedades.Drª Sofia Quintero-Romero

O Algarve assume-se como uma região onde o abandono da amamentação no primeiro mês e meio de vida do bebé tem uma das taxas mais elevadas, onde os cuidados com o corpo, entre outros, podem ser um factor importante para o abandono da amamentação, pelo que é necessário chegar até às mulheres e explicar que o envelhecimento do corpo é algo fisiológico da vida, pois, e como reconhece a Drª Sofia, «a glândula mamária não tem músculos, então mesmo que amamente ou não, o peito vai descair, antes ou depois. Também depende de como eram as nossas mães e da herança familiar das nossas avós», pelo que «há muito medo das mulheres perderem a linha, perderem a firmeza da glândula mamária».

Realizou-se dia 6 de Março um Workshop acerca da temática do Aleitamento Materno na Escola Superior de Saúde de Faro, organizado pela A.R.S. Algarve I.P. em conjunto com a Escola Superior de Saúde de Faro, incentivando a fazer do aleitamento uma responsabilidade de todos.

 

Drª Sofia Quintero-RomeroDestinado a todos os profissionais interessados no tema, este encontro alertou para a situação actual do aleitamento. Contando com várias palestras ao longo do dia, foi ainda aberto espaços para debates e dúvidas acerca do que foi apresentado.

Temas como a Cidadania, Cantinhos de Amamentação, Saúde Oral e Nutrição foram ligados à temática do aleitamento e mostraram que, mais que um acto natural, o «dar de mamar» é um acto universal e cuja prática é um direito da mãe e do bebé.

A fechar o Workshop teve a conferência da Drª Sofia Quintero Romero, médica de Saúde Pública e Especialista em Aleitamento Materno. Exibiu, como forma de introdução, um vídeo acerca dos primeiros minutos de vida do bebé, fazendo parecer aos que estavam presentes que a amamentação precoce é essencial e produz efeitos a longo prazo na vida daquele que nasce.

O aleitamento, uma nutrição puramente biológica, oferece ao bebé os nutrientes essenciais à sua saúde. Nos primeiros dias de amamentação, o recém-nascido sustenta-se do primeiro leite, intitulando de Colostro, rico em nutrientes e justificando uma alimentação persistente no bebé, sendo conferências como esta «uma prioridade para a promoção da saúde», à imagem do que afirma a Drª Sofia.

Apelando ainda às consciências, foram várias as oradoras que defenderam a urgente mudança das práticas hospitalares, como forma de se fazer do acto de «mamar» uma cultura recriada.

Várias medidas têm sido tomadas e algumas acções de formação têm oferecido aos profissionais a oportunidade de exercer as boas práticas na área do aleitamento. No Algarve, vários Cantinhos de Amamentação foram inaugurados e contribuem para uma maior ajuda prestada à mãe e à família, promovendo a educação e informação necessárias para o sucesso da amamentação.

Organizações como a OMS, UNICEF e WABA – World Alliance for Breastfeeding Action, têm um papel fundamental na definição de metas, incentivos e apoios ao aleitamento materno, levando a cabo publicações de estudos científicos e organizações de eventos – tais como a Semana Mundial da Amamentação – que servem como meio de sensibilizar governos, instituições e sociedades.Drª Sofia Quintero-Romero

O Algarve assume-se como uma região onde o abandono da amamentação no primeiro mês e meio de vida do bebé tem uma das taxas mais elevadas, onde os cuidados com o corpo, entre outros, podem ser um factor importante para o abandono da amamentação, pelo que é necessário chegar até às mulheres e explicar que o envelhecimento do corpo é algo fisiológico da vida, pois, e como reconhece a Drª Sofia, «a glândula mamária não tem músculos, então mesmo que amamente ou não, o peito vai descair, antes ou depois. Também depende de como eram as nossas mães e da herança familiar das nossas avós», pelo que «há muito medo das mulheres perderem a linha, perderem a firmeza da glândula mamária».

Drª Sofia Quintero-Romero
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