Observatório Regional de Saúde

O Perfil Regional de Saúde do Algarve (PeRS) e os Perfis Locais de Saúde (PLS) são dois instrumentos de Comunicação em Saúde, desenvolvidos pela rede de Observatórios Regionais de Saúde dos Departamentos de Saúde Pública das Administrações Regionais de Saúde, que pretendem oferecer, num formato amigável e interativo, um olhar rápido e integrador sobre a Saúde da população da região do Algarve e seus principais determinantes.

Os Perfis de Saúde constituem-se como ferramentas de partilha de evidência sobre a Saúde na Região apoio à tomada de decisão técnica, político/estratégica e organizacional ao nível regional e local, no sentido da melhoria da saúde das populações e da redução das desigualdades em saúde.

Os indicadores que integram os Perfis de Saúde foram criteriosamente escolhidos de modo a refletir os problemas de Saúde Pública considerados mais pertinentes à data, sendo, portanto, a sua seleção e construção um processo vivo, dinâmico, participado e consensualizado.

Os Perfis de Saúde encontram-se disponíveis numa versão interativa (formato (html) e numa versão editável (formato pdf). A versão interativa consiste numa aplicação informática que permite navegar pelo documento de uma forma rápida e amigável.

A título exemplificativo, nas páginas iniciais da versão interativa das ferramentas poderá aceder-se:

– à Introdução, que define a ferramenta e caracteriza a estrutura tecnológica utilizada;

– aos Aspectos a Destacar, que sintetizam rapidamente a informação mais relevante de cada uma das grandes componentes da ferramenta;

– ao Índice, que permite a navegação pelas várias áreas em análise da ferramenta: Quem Somos? Como Vivemos? Que Escolhas Fazemos? Que Saúde Temos? A Região/ACeS num Abrir e Fechar de Olhos. Ficha Técnica. Meta Informação. Etc.;

– à página Ligações, que permite consultar outros documentos e aplicações e tem como objetivo uma maior


Perfis Locais de Saúde (PLS)


Os Perfis Locais de Saúde (PLS) pretendem ser um instrumento de apoio ao desenvolvimento dos Observatórios Locais de Saúde (OLS). Espera-se que cada ACeS, através das suas Unidades de Saúde Pública, complementem o seu PLS com informação adicional relevante ao Planeamento em Saúde Local.

Para aceder aos Perfis Locais de Saúde na versão interativa e nas versões em pdf (2017) clique aqui.

 


Perfil Regional de Saúde (PeRS) 


versão interativa (edição de 2019)

versão pdf (edição de 2019)

versão interativa (edição de 2015)

versão pdf (edição de 2015)

O Perfil de Saúde da Região do Algarve na sua primeira versão (ed.2011) pode ser consultado aqui.


Equipa do Observatório Regional de Saúde

Grupo Estratégico: Ana Cristina Guerreiro e Joaquim Bodião

Grupo Operativo: Alexandra Monteiro, Emília Castilho e Nélia Guerreiro

Contactos:

E-mail: dsp@arsalgarve.min-saude.pt

Telefone: 289 889 522

Atualização da ferramenta mort@lidades.infantil para o ano de 2017

A ferramenta mort@lidades.infantil foi atualizada para o ano de 2017. Recorda-se que esta ferramenta de visualização de dados e informação de saúde faz uma análise da natalidade, mortalidade infantil e suas componentes na região do Algarve, como também para cada um dos seus 3 Agrupamentos de Centros de Saúde (ACeS), no período de 1996 a 2017, promovendo, assim, um melhor conhecimento e compreensão das respetivas dinâmicas e tendências. A informação e conhecimento gerados por esta ferramenta disponibilizada no portal da Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve são particularmente úteis para o apoio à tomada de decisão e definição de prioridades em saúde materno-infantil.

Esta ferramenta foi o resultado do trabalho conjunto efetuado pelos Observatórios Regionais de Saúde dos Departamentos de Saúde Pública (e de Planeamento) das ARS do Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve.

Da análise da evolução dos nados vivos, dos óbitos e das respetivas taxas brutas de natalidade e mortalidade, tudo indica que se mantém tendência, embora pequena, no decréscimo de natalidade verificada no último quinquénio para o Algarve (-1.3% nados-vivos). No Continente, o decréscimo é mais acentuado, registando -25.7%, quando comparamos quinquénios (Q1 e Q2). Já nos últimos 2 triénios denota-se na região uma estabilização e até mesmo uma oscilação positiva no n.º de nados-vivos e na taxa de natalidade.

Em 2017, o nº de nados-vivos registados na região do Algarve sofreu um ligeiro aumento em relação ao ano transato (nasceram mais 61 crianças) enquanto que o Continente regista um ligeiro decréscimo (nasceram menos 1.030 crianças).

Relativamente à análise dos indicadores de mortalidade infantil e suas componentes, mantém-se a tendência na redução do nº de óbitos infantis e taxa de mortalidade infantil (TMI). Verifica-se uma diminuição do número de óbitos infantis na região do Algarve (- 57%) e da respetiva TMI (-56%) entre quinquénios (Q1 e Q5). A mesma tendência é registada no continente, onde, para o mesmo período, regista-se diminuição de -63% no nº de óbitos infantis e -50% na TMI.

A TMI na região do Algarve em 2017 é inferior (2.4‰) em relação ao ano transato (2.6‰), verificando-se igual tendência no Continente, onde a TMI passa de 3.3 ‰ em 2016 para 2.6 ‰ em 2017. Na região, a taxa de mortalidade infantil do ano 2017 corresponde à terceira menor taxa registada no período em análise (1996 a 2017). De uma taxa de 5,4‰ (5,4 óbitos infantis por mil nados-vivos), em 1996, a região do Algarve registou em 2017 uma taxa de 2,4‰ (2,4 óbitos infantis por mil nados-vivos).

A nova atualização desta ferramenta será efetuada ainda no final deste ano, quando os dados de 2018 estiverem disponíveis.

O Grupo Estratégico

Ana Cristina Guerreiro

Joaquim Bodião 

O Grupo Operativo

Alexandra Monteiro

Emília Castilho

Nélia Guerreiro

Consultar : Documento de Apoio ao Utilizador

Para aceder, clique aqui: Mort@lidades.infantil – ARS Algarve, IP (atualizado janeiro de 2019)

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